sexta-feira, 25 de julho de 2025

O PODER DAS PALAVRAS E DA CIÊNCIA (JH2)

 

Vejam amigos: tem seguidores achando que os textos que eu coloco aqui, não são meus! Ledo engano.Todos são de minha autoria mesmo; viu Maria? No caso aqui, só a explicação do Aurélio Buarque, não me pertence.(Isso não lhe pertence mais, kkkk). Sim, às vezes damos uma ou outra "derrapada" nas regras de português.Mas quem não erra? (R: aqueles que estão no cemitério, kkkk). Então vamos lá! (Lá aonde?, kkk)

"O Poder das Palavras e da Ciência"
Eu adoro o som emitido por essa palavra: ciência!
Se você é do tipo que não dá a mínima para essa palavra, visto que idolatra outras como “money”, “girls”, “I love my car”, “beer” e “Miami”, cara, cê tá numa roubada, meu irmão.
Mas veja, veja... peraí, longe de mim querer ser moralista. Desconversei. Serguei!
Então, é o seguinte: dá dó... dele, delgado delegado, sim!
Mas, deixando a brincadeira de lado, soldado (se eu conseguir)...
É difícil para mim não brincar, pois descobri que nasci para ser palhaço. Só não sei ainda qual tipo: melancólico, romântico, bufão, tramp (mendigo)?
Ok, eu aceito os argumentos: você pode, você tem dinheiro... Mas o que o dinheiro não compra, hein, Onassis?
Aliás, outro dia eu li uma tirada legal a respeito do dinheiro.
Perguntaram ao Bob Dylan o que ele gostaria de dizer sobre o poder do dinheiro. Ele respondeu:
"O dinheiro não manda... ele xinga!"
Bão, Barão... cadê o meu violão?
Então, é preciso botar a cachola para funcionar.
E assim dizia meu tio Sabatino, quando eu fazia alguma coisa errada:
"Cê tem cabeça pra quê, sô? Só pra separar as 'oreia', não, né, mané?"
Mas o que eu estou querendo dizer é que precisamos pensar antes de falar.
As palavras têm um poder imenso sobre pessoas mal avisadas.
Tipo assim: algum inimigo seu (aquele que se diz seu amigo, que está sempre dando uns tapinhas nas suas costas: “E aí, como é que vai?” “Pô, mano, cê tá amarelo... o que houve?”).
Pronto, ele te pegou. Ele é esperto, conhece o poder das palavras.
Quando quer ferrar alguém, sabe o caminho.
Você, meu caro, veio para a escola numa boa, até cantarolando...
E esse filho de uma cancela batedeira, que tem bronca de você, vem e lhe estraga o dia.
Sacou o lance?
Você não tinha nada, estava tudo bem. Mas a palavra dele te tocou profundamente.
“Pô, o cara disse que eu tô amarelo... devo estar doente”.
E aí... você fica doente mesmo.
Não deixe, irmão. Seja esperto. Analise tudo.
Tem aquele ditado:
“Enquanto você vem com o milho, eu já estou voltando com a pamonha.”
É... Então, estou amarelo, né?
Você manda:
“Cara, deve ser algum problema no seu olho, hein?”
Ou então:
“Que calça horrorosa essa sua. Você comprou ou ganhou?”
Pronto!
Você já vai ficar livre daquele pecador por um bom tempo.
Viu o poder das palavras?
Então, ciência... o que quer dizer essa palavra?
Mas o que é mesmo ciência?
Aurélio Buarque de Holanda Ferreira definiu:
Conhecimento. Saber que se adquire pela leitura e meditação; instrução, erudição, sabedoria.
Ou um conjunto organizado de conhecimentos relativos a um determinado objeto, especialmente os obtidos mediante a observação, a experiência dos fatos e um método próprio.
Ou ainda, a soma de conhecimentos práticos que servem a um determinado fim.
Ou, finalmente, a soma dos conhecimentos humanos considerados em conjunto.
Filosoficamente, é o processo pelo qual o homem se relaciona com a natureza, visando à dominação dela em seu próprio benefício.

quarta-feira, 23 de julho de 2025

CORDEL DECLAMADO - Eclesiastes - Autor Fábio Sombra - Narrado e declamado por Ary Guapirama


ECLESIASTES — O LIVRO DA SABEDORIA QUE CONFRONTA O TEMPO

Eclesiastes é uma das mais profundas e enigmáticas obras da sabedoria bíblica. Atribuído ao Rei Salomão, o Pregador, este livro se levanta como um espelho diante do ser humano e do seu caminhar sobre a terra. Ele questiona, observa, pondera… e declara com honestidade o que poucos têm coragem de dizer:
“Vaidade de vaidades, tudo é vaidade.”

Em meio a palácios e riqueza, sabedoria e poder, o autor descobre que tudo é passageiro. O riso, o trabalho, a juventude, os bens, a fama… nada permanece. O tempo leva tudo consigo. Como a névoa da manhã que se dissipa, assim são os dias do homem debaixo do sol.

Mas Eclesiastes não é um livro de desespero, e sim de consciência. Ele não nega a beleza da vida, mas nos convida a olhar para ela com sobriedade. Ensina que há tempo para tudo:
tempo de nascer e tempo de morrer,
tempo de plantar e tempo de colher,
tempo de chorar e tempo de rir,
tempo de calar e tempo de falar…

Esse livro nos chama a viver com humildade, sabendo que somos pó e ao pó voltaremos. Nos lembra de temer a Deus, pois Deus está acima do sol, onde o eterno não se desgasta com o tempo.

Eclesiastes é o clamor de uma alma que viu de perto os extremos da vida e, ainda assim, conclui:

“De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque este é o dever de todo homem.” (Eclesiastes 12:13)

ANEDOTAS & PIADAS #53