sexta-feira, 3 de abril de 2026
A ORIGINAL E A VERSÃO #18
A música é uma linguagem universal. Algumas canções atravessam décadas, oceanos e idiomas, ganhando novas interpretações, novos sentidos e novas emoções. Muitas delas nasceram em um país e foram recriadas no Brasil e em várias partes do mundo, provando que uma boa melodia não pertence a um só povo, mas à humanidade inteira.
- Formação Clássica: Dalva de Oliveira (voz), Herivelto Martins (violão/voz) e Nilo Chagas (violão/voz).
- Fundação: Criado por Herivelto Martins em 1937, inicialmente chamado de "Dalva de Oliveira e a Dupla Branco e Preto".
- Sucessos: Ficaram famosos com músicas como "Ave Maria no Morro", "O Bonde de Santa Tereza" e "Calado Venci".
- Mudanças: Após a separação de Dalva e Herivelto, o grupo teve outras formações, incluindo Lourdinha Bittencourt e Shirley Dom.
quinta-feira, 2 de abril de 2026
segunda-feira, 23 de março de 2026
domingo, 22 de março de 2026
A ORIGINAL E A VERSÃO #18
A música é uma linguagem universal. Algumas canções atravessam décadas, oceanos e idiomas, ganhando novas interpretações, novos sentidos e novas emoções. Muitas delas nasceram em um país e foram recriadas no Brasil e em várias partes do mundo, provando que uma boa melodia não pertence a um só povo, mas à humanidade inteira.
Joe Esposito - Lady Lady Lady - Almir Bezerra - Lady Lady Lady
sexta-feira, 20 de março de 2026
PIROGRAFIA - QUER UM TRABALHO? É SÓ LIGAR NO WHATSAPP
domingo, 15 de março de 2026
sexta-feira, 13 de março de 2026
SEXTA-FEIRA 13 - FEVEREIRO DE 2026
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Hoje é o dia em que a Mãe de Calor-de-Figo limpa os dentes com uma escova fabricada com os pentelhos da sogra de Belzebu, a madrasta de Caralho-de-Asas come bimba de gato frita em sebo de bode, a nêga Espanta-Cacete amarra o pixaim com biliros feitos de ossos de cachorro doido, a madrasta de Cavalo-do-Cão come barro e caga tijolo pra levantar a caverna do Tinhoso, a cabôca Traça-Pica faz careta pra Tranca-Rua em cima de um pinico de loiça, a enfezada Catraia Sibita lava a priquita com o mijo da Besta Fera pra se enxugar com um pedaço da estopa de Maria Mulambo e a irmã de Pancanha cata chatos na barba do cabôco Papa-Cu.
É dia de ter muito cuidado, assim feito quem procura pinico com os pés no escuro.
Quem lê, gosta, aprecia e divulga o Jornal da Besta Fubana está a salvo, será feliz, terá um dia excelente e um futuro cheio de boas coisas.
Assim como excelente terá este final de semana e todo ao resto deste ano de 2026.
Já os farrapos humanos que poluem os ares do mundo, preparem os furicos: o moleque Bimba-de-Alavanca tá pronto pra fazer sua parte.
Ele já está de pajaraca armada pra enrabar tudo quanto é idiota e tabacudo deste mundo cheio de gente encrenqueira.
E fiquem de pregas preparadas os componentes de uma lista que está aqui comigo. Uma lista formada um monte de almas sebosas que fedem que só a peste.
Serão devidamente enrabados pelo moleque Bimba-de-Alavanca e ficarão todos de furicos afolosados.
E, pra fechar a postagem com chave de ouro, peço ajuda ao meu querido amigo e conterrâneo de Palmares, o catimbozeiro Sikêra Júnior, uma das maiores audiências do Brasil, pra dar um descarrego da pesada nesta sexta-feira da gôta serena, da bobônica preta, do caralho-a-quatro, do priquito apimentado, do estopor calango, da bixiga lixa e da febre do rato.
Fala, Sikêra!!!
sexta-feira, 6 de março de 2026
terça-feira, 3 de março de 2026
segunda-feira, 2 de março de 2026
DISCO DE VINIL - COMO FUNCIONA?
Como funciona o disco de vinil?
O disco de vinil é um dos meios mais clássicos e fascinantes de reprodução sonora. Seu funcionamento é totalmente analógico, baseado em princípios físicos e mecânicos, o que o torna muito diferente das tecnologias digitais atuais.
🔍 A gravação do som no vinil
O som começa como uma onda sonora no estúdio. Essa onda é transformada em vibrações mecânicas e, durante a gravação, um estilete especial esculpe sulcos microscópicos em espiral na superfície do disco.
Esses sulcos variam de forma e profundidade conforme a intensidade e a frequência do som original.
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Sons graves → sulcos mais largos
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Sons agudos → sulcos mais estreitos e rápidos
Tudo o que ouvimos está “desenhado” fisicamente ali.
💿 A reprodução do som
Quando o disco gira na vitrola (geralmente a 33⅓ ou 45 rotações por minuto), a agulha percorre esses sulcos.
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A agulha (ou estilete) vibra ao acompanhar as irregularidades do sulco.
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Essas vibrações são transmitidas para o cartucho, que converte o movimento mecânico em sinal elétrico.
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O sinal elétrico é amplificado.
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O amplificador envia o som para os alto-falantes, que o transformam novamente em ondas sonoras audíveis.
Ou seja:
👉 sulco → vibração → eletricidade → som.
🔊 Estéreo no vinil
O vinil consegue reproduzir som estéreo porque os sulcos têm paredes inclinadas em ângulos diferentes.
Cada lado do sulco carrega informações separadas para o canal esquerdo e direito, criando a sensação de espaço e profundidade sonora.
❤️ Por que o som do vinil é tão especial?
Muitas pessoas descrevem o som do vinil como mais quente, natural e encorpado. Isso acontece porque:
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Não há conversão digital
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Pequenas imperfeições adicionam caráter ao som
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A resposta sonora preserva nuances originais da gravação
Além disso, o ritual de colocar o disco, limpar a superfície e baixar a agulha cria uma experiência emocional única.
📜 Um pouco de história
O princípio do disco gravado mecanicamente tem raízes nos experimentos de Thomas Edison, no fim do século XIX.
Com o passar das décadas, o disco de vinil se consolidou como padrão musical até o surgimento do CD e, mais tarde, do áudio digital — mas nunca deixou de ser amado.
QUAL É A QUALIDADE MÁXIMA DE UM DISCO DE VINIL?
DUAS CANÇÕES E UM CRIME
Escrevo no dia 23 de março de 2025. Nesta manhã de muitas nuvens no céu de Brasília, acordei relativamente cedo para um domingo e fiz o que milhões de pessoas fazem no mundo inteiro: verifiquei mensagens e novidades das redes sociais no celular.
Mal havia começado a rolar a timeline do Twitter (que ainda não me acostumei a chamar de X) quando me deparei com uma postagem do famoso Joaquim Teixeira, fazendo um comentário elogioso sobre a música “My Mistake”, dos Pholhas (os leitores que são jovens há mais tempo certamente conhecem bem a banda paulista que fez sucesso nos anos 1970, tocando canções em inglês).
No vídeo, as legendas chamavam a atenção para a trágica letra da canção. Um lamento que em nada combina com as circunstâncias nas quais tanta gente a ouviu, às vezes dançando “de rosto colado”, nas baladas românticas da adolescência. A certa altura, diz a letra:
Eu fui mandado para a prisão (I was sent to prison)
Por ter assassinado minha esposa (For having murdered my wife)
Porque ela estava saindo com outro (Because she was living with him)
Eu perdi a cabeça e atirei nela (I lost my head and shot her)
É incrível que uma canção com essa letra tenha servido de trilha sonora para tantos romances juvenis! Mas quem prestava atenção a isso naquele tempo?
Hoje, ao ouvi-la, pensei em algo que jamais havia pensado antes: o fato de “My Mistake” fazer parte do primeiro LP dos Pholhas, “Dead Faces”, lançado em 1973, ou seja, apenas alguns anos depois que Jimi Hendrix gravou a versão mais conhecida da música “Hey Joe” (1966).
E o que uma coisa tem a ver com a outra?
Tem a ver que, enquanto “My Mistake” conta a história de um homem que está cumprindo pena, por um crime passional, a letra de “Hey Joe” consiste em um diálogo, durante o qual um dos personagens, também um homem que se diz traído, atenta igualmente contra a vida da mulher:
– Ei, Joe, aonde você vai com essa arma na mão? Ei, Joe, eu perguntei aonde você vai com essa arma na mão? (Hey Joe, where you goin’ with that gun in your hand? Hey Joe, I said, where you goin’ with that gun in your hand?)
– Eu vou atirar na minha mulher. Porque eu a peguei transando com outro homem. O que não é nada bom! (I’m goin’ down to shoot my old lady. You know I caught her messin’ ‘round with another man. Huh, and that ain’t too cool)
– Ei, Joe, eu ouvi você atirar na sua mulher! Você atirou nela! É, atirou! (Hey Joe, I heard you shot your woman down. You shot her down, down)
– Sim, eu atirei nela. Eu a peguei transando. Transando por aí. (Yes, I did, I shot her. You know I caught her messin’ ‘round. Messin’ ‘round town)
Sem dúvida, não seria nenhuma surpresa se viéssemos a saber que Hélio Santisteban teria se inspirado em “Hey Joe” para compor “My Mistake”, como uma espécie de segunda parte da história.
A relação de continuidade entre os dois enredos é plenamente viável, mesmo se considerando que, embora o personagem de “My Mistake” afirme ter sido condenado por assassinar a esposa (For having murdered my wife), o Joe de Jimi Hendrix não confessa diretamente a morte, dizendo apenas: “E eu apontei a arma para ela e atirei” (And I gave her the gun and I shot her).
É o outro personagem da trama quem diz:
– Você abateu ela, sim! (You shot her down to the ground, yeah!)
Na verdade, não é de admirar que, ao descrever sua conduta, o autor do delito o faça por meio da expressão “Eu atirei”, em vez de “Eu a matei”. Desse modo, ele evita confessar – eventualmente até para si mesmo – que tinha a intenção de matar, por mais óbvia que seja a intenção de quem aponta uma arma de fogo para alguém e aciona o gatilho.
Isso não impede, porém, que ele tenha receio de ser condenado, o que fica claro na seguinte fala do personagem:
– Nenhum carrasco vai colocar uma corda no meu pescoço. (Ain’t no hangman gonna he ain’t gonna put a rope around me).
Além disso, em ambas as canções essa resistência em confessar a intenção de praticar o crime vem seguida de uma tentativa de justificar a sua ação criminosa, alegando que o ato teria sido uma reação ao fato de ter sido traído.
Comportamento previsível de alguém que cometeu um ato que gera repúdio social: negar o próprio ato, ao mesmo tempo que tenta atribuir à vítima a culpa por ele. É como se o autor do crime dissesse: “Atirei, mas não estava pensando em matá-la. Atirei, apenas em reação à ofensa causada pela traição”.
No passado, essa desculpa foi amplamente usada em tribunais, com a tese que ficou conhecida como “legítima defesa da honra”. O caso mais famoso no Brasil, envolvendo essa tese, foi o do assassinato de Ângela Diniz pelo marido, o empresário Doca Street, em 1976. Em 1979, ele chegou a ser condenado pelo homicídio da esposa a apenas dois anos de prisão. Em 1981, em novo júri, a condenação foi fixada em 15 anos.
O julgamento gerou ampla repercussão no meio jurídico, mas só em agosto de 2023 a tese da “legítima defesa da honra” seria banida das defesas criminais no Brasil, com o julgamento, pelo Supremo Tribunal Federal, da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 779/DF. A tese da “defesa da honra” foi assim excluída “do âmbito do instituto da legítima defesa”, podendo gerar a nulidade do julgamento no qual venha a ser alegada.
Voltando às canções, dá um certo conforto imaginar que “My Mistake” possa ser a continuação de “Hey Joe”. Apesar de em “Hey Joe” o personagem dizer que fugiria para o México (I’m goin’ way down south. Way down to Mexico way), em “My Mistake” ele acaba preso e condenado, como narra o aqui já referido verso “Eu fui mandado para a prisão (I was sent to prison)”.
Embora seja uma história triste, pelo menos o autor do crime não ficaria impune. Ao contrário, o cumprimento da pena o teria levado a refletir sobre seus atos, reconhecendo seu erro e prometendo uma reforma pessoal:
– Esta foi minha história no passado. E eu vou me reformar. Eu estou pagando pelo meu erro. E jamais serei o mesmo homem novamente. (This was my story in the past. And I’ll go to reform myself. I am paying for my mistake. I will never be the same man again).
Eis aí um aspecto importante do Direito Penal: levar o indivíduo que comete o crime a se arrepender dos seus atos, tomando a decisão de não mais cometê-los. Como também é importante para desestimular outras pessoas a cometerem os mesmos crimes.
Penso que a sanção penal deve sempre considerar esses dois aspectos, para evitar que o sentimento de impunidade seja difundido na sociedade. Muita gente que estuda o assunto fala em ressocialização do condenado, mas, particularmente, penso que essa desejada ressocialização, quando ocorre, é como consequência de uma reforma pessoal, como diz a música, não por uma ação específica do Estado.
Evidentemente que nem a reforma pessoal, nem tampouco a ressocialização, são possíveis no caso da pena de morte, também referida pelo personagem de “Hey Joe”. Por isso não a vejo com bons olhos, embora reconheça que há bons argumentos a favor dela.
O que mais importa, ao meu sentir, é que haja equilíbrio, evitando-se tanto penas irrisórias como cruéis, buscando-se a proporcionalidade entre crime e castigo (Viva, Dostoiévski!).
Como ensina Cesare Beccaria, no seu clássico “Dos Delitos e Das Penas”, “os meios que a legislação emprega para impedir os crimes devem, pois, ser mais fortes à medida que o delito é mais contrário ao bem público e pode tornar-se mais comum. Deve. pois, haver uma proporção entre os delitos e as penas”. E completa: “Se se estabelece um mesmo castigo, a pena de morte por exemplo, para quem mata um faisão e para quem mata um homem ou falsifica um escrito importante, em breve não se fará mais nenhuma diferença entre esses delitos”.
Partindo para o fechamento do texto, rio de mim mesmo ao constatar que uma simples canção (em um post do Joaquim Teixeira) me arrastou para todas essas reflexões.
Como já passa do meio-dia, só me resta citar outra canção, sobre a qual não devo entrar em detalhes agora: “Na hora do almoço”, de Antônio Carlos Belchior.
Seguem os vídeos legendados de “Hey Joe” e “My Mistake”.
By : Marcos Mairton
CORDEL DECLAMADO - ENEM - COMO FAZER UMA BOA REDAÇÃO!
domingo, 1 de março de 2026
A ORIGINAL E A VERSÃO #17 (DEJÁRIA TODO)
A música é uma linguagem universal. Algumas canções atravessam décadas, oceanos e idiomas, ganhando novas interpretações, novos sentidos e novas emoções. Muitas delas nasceram em um país e foram recriadas no Brasil e em várias partes do mundo, provando que uma boa melodia não pertence a um só povo, mas à humanidade inteira.
Chayanne - Dejaría Todo - João Bosco & Vinícus (Part. Especial Leonardo) - Deixaria Tudo
Chayanne, cujo nome de batismo é Elmer Figueroa Arce nasceu em San Lorenzo, 28 de junho de 1968), é um cantor porto-riquenho.
Com dez anos começou em um grupo popular em Porto Rico, Los Chicos. Em 1987 gravou seu primeiro disco solo, Chayanne, com uma cópia em português para o mercado brasileiro. A partir daí, começa a combinar sua carreira de cantor e ator. O cantor participou do filme Dance With Me (No Ritmo da Dança) em 1998, e em 28 de setembro de 2008 ele protagoniza uma minissérie chamada Gabriel – amor inmortal, gravada em Miami para a Mega Films.
Filho de uma professora e um gerente de vendas, ele é o terceiro de cinco irmãos, Atualmente vive nos Estados Unidos da América e é casado com a venezuelana Marilisa Maronese, com quem tem dois filhos: Lorenzo Valentino e Isadora Sofía.








