domingo, 31 de maio de 2026
MARTA ROCHA
Maria Martha Haelecker Rocha nasceu em 19/9/1932, em Salvador, BA. Eleita Miss Bahia, aos 21 anos, foi a primeira Miss Brasil, aos 22, em 1954. No mesmo ano foi bem cotada para vencer o concurso de Miss Universo, nas casas de apostas dos EUA, mas ficou como vice, projetando-a no cenário nacional. O ideal de beleza consolidado pela baiana seguiu influenciando algumas gerações por mais alguns anos.
Filha de Hansa Hacker Rocha e Álvaro Pereira Rocha, uma família de 10 filhos. Segundo ela mesma: “Nossa casa era austera e grande. Era sala de visita para lá, sala de não sei quê para cá, portas fechadas sempre. Eu sonhava com aquela sala onde jantavam as irmãs mais velhas com meus pais. Ficava sempre de olho comprido, jantando com os irmãos menores e vovó Eulália”.
Casou-se aos 24 anos com o banqueiro português Álvaro Júlio Victorino Piano e tiveram 3 filhos: Álvaro Luis, Carlos Alberto, nascidos em Buenos Aires, e Fernanda, falecida aos 29 anos, em 2009, fato que a deixou muito deprimida por longo tempo. Como Miss Brasil, teve uma agenda de viagens pelo País. Em 1955 visitou Caxias, no Rio Grande do Sul. A imprensa local noticiou: “Vaidosa ao extremo, a miss veio escoltada por uma secretária particular e uma cabeleireira, que costumavam acompanhá-la em todas as visitas pelo país”.
Em 2015 o jornalista Ancelmo Goes revelou a história das duas polegadas a mais para consolar o orgulho brasileiro. No Carnaval de 1955 lançaram uma marchinha, gravada pela própria Martha, onde se cantava “Por duas polegadas a mais, passaram a baiana pra trás/Por duas polegadas, e logo nos quadris/Tem dó, tem dó, seu juiz!”. Tudo foi combinado com os demais jornalistas e a própria Martha autorizou a versão.
Em 16/2/1959, seu marido faleceu num acidente de avião. Dois anos após, casou-se com Ronaldo Xavier de Lima, com quem teve uma filha, a artista plástica Claudia Xavier de Lima. A partir de 1996, passou a aparecer em júris de concursos de beleza, tornando-se a primeira miss a cobrar cachê para tais eventos. Mais tarde, explicou numa entrevista que era uma necessidade, pois no ano anterior perdera todo o dinheiro que tinha com a falência de uma instituição financeira (a Casa Piano) comandada à época por um de seus familiares.
Em 2000, descobriu ser portadora de câncer de mama e passou a ter outro estilo de vida. Nessa época, mudou-se do Rio para Laranjal, bairro de Volta Redonda. Foi homenageada, em 2004 (50º ano do concurso de Miss Brasil), com uma exposição itinerante de fotos de sua trajetória, contando inclusive com o Rollys Royce que ganhou no concurso.
Em março de 2019, revelou em seu Facebook que por questões financeiras, estava vivendo no lar de idosos Carol Caminha, em Niterói. “Não me sinto diminuída” por isto, acrescentou. Faleceu em 4/7/2020, aos 87 anos após uma insuficiência respiratória seguida de um infarto. Recebeu, também, outras homenagens como o bolo ou a torta “Martha Rocha”. A receita foi criada por Dair da Costa Terzado, da Confeitaria das Famílias, em Curitiba. A pick-up Chevrolet 3100, lançada em 1955, recebeu o apelido “Marta Rocha”, devido aos “quadris” largos.
Seu nome foi usado como apelido num sorvete e até num tipo de pão doce. Os interessados em conhecer mais a primeira Miss Brasil, podem recorrer a ela própria em Martha Rocha: uma autobiografia, publicada por Ida Pessoa, pela Editora Objetiva em 1999.
sábado, 30 de maio de 2026
RIR É O MELHOR REMÉDIO!
“O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos.”
Ao longo dos séculos, essa ideia de que a alegria cura o corpo foi se transformando na versão direta que usamos hoje.
Portanto vamos rir mais de uma vez:
O folclore brasileiro é cheio de rimas e tiradas rápidas para quando alguém solta um gás no ambiente.
Segue, dois antigos exemplos:
1 – Um mineirim ia dirigindo seu carrinho por uma rua de Belo Horizonte, quando teve de parar no sinal vermelho.
Ele então abre o vidro do carro e de repente ao lado para um carrão… com uma bela loiraça, que também abre o vidro do carro e olha para o mineirim.
O minerim então tira a cabeça pra fora e pergunta para a bela loira:
– Ocê tamém peidou?
* * *
2 – O caipira solta o maior pum no elevador perto de um casal.
O marido fica revoltado e reclama:
– O senhor não tem vergonha de soltar um pum na frente da minha esposa?
O caipira reponde:
– Me desculpe, num sabia que era a vez dela!!!
segunda-feira, 11 de maio de 2026
VINGANÇA DE UM RINOTILEXOMANÍACO
Você sabe o que é rinotilexomania? O Google me ensinou: é o nome científico do vício de tirar meleca do nariz.
Meu amigo tem hábitos pouco ortodoxos quando o assunto é vingança contra maus tratos. Mas a ele não se pode negar, higiene à parte, o alto teor de criatividade contido em seus atos. Imagine que, diante de divergências ocorridas numa sessão de condomínio do prédio em que mora, ele confidenciou-me que resolveu, a partir de então, sempre que adentrava ao elevador do prédio, além do andar a que se destinava costumava também apertar o 9º, por coincidência o pavimento em que residia a síndica que lhe tratara mal.
Esse aperto no botão em pavimento que não o seu era sempre acompanhado de uma porção de catôta, retirada do seu nariz, de forma que sempre que a vizinha apertasse o botão de seu andar teria contato com a nojenteza que meu amigo aplicara no botão. Ciente de que a destinação do objeto de sua vingança poderia atingir o outro morador do 9° andar – o pavimento contava com dois apartamentos por andar e para não cometer injustiça de penalizar indevidamente um outro morador, suspendeu a iniciativa e passou a usar a estratégia de colar seu muco nasal no trinco da porta de passageiro do carro do marido da síndica. Assim, toda vez que ela acionasse aquele trinco se daria o contato impuro com a catôta ali aplicada.
Escatologia à parte, o sutil proceder do meu amigo era a perfeita vingança, quase inofensiva, mas cruel do ponto de vista higiênico. Acontece que ontem à noite, ao acionar o trinco do meu carro, percebei algo estranho que pregou no meu dedo. Terá sido alguém se vingando de mim e plagiando a mesma ideia do meu amigo? Será? Apenas como registro informo que o meu amigo não mora no meu prédio e que eu mantenho as melhores relações com a síndica e com todos os outros moradores.
Autor : XICO BEZERRA
domingo, 10 de maio de 2026
A ORIGINAL E A VERSÃO #20 (CORRINE, CORRINA)
A música é uma linguagem universal. Algumas canções atravessam décadas, oceanos e idiomas, ganhando novas interpretações, novos sentidos e novas emoções. Muitas delas nasceram em um país e foram recriadas no Brasil e em várias partes do mundo, provando que uma boa melodia não pertence a um só povo, mas à humanidade inteira.
BEETHOVEN CONTRA O CÂNCER
A ciência começa a tocar um ponto que a espiritualidade conhece há séculos: o som é uma força ativa. Onde há vibração, há movimento. Onde há movimento, há mudança.
Pesquisas conduzidas pela biofísica Márcia Alves Marques Capella, da UFRJ, analisam como frequências musicais interferem diretamente no comportamento de células humanas. Um de seus estudos publicados demonstrou que padrões sonoros podem alterar a viabilidade e até a organização das células, inclusive daquelas que não “escutam”.
Em experimentos preliminares divulgados pela UFRJ, culturas de células cancerígenas reagiram de maneira distinta a determinadas composições clássicas: obras como a 5ª Sinfonia de Beethoven e Atmosphères, de Ligeti, provocaram respostas celulares específicas, enquanto Mozart, nesse teste inicial, não apresentou efeito relevante.
Para a ciência, trata-se da interação entre ondas sonoras e sistemas vivos. Para quem compreende a linguagem da energia, isso é ressonância.
Cada frequência atravessa o corpo como uma onda capaz de reorganizar o que está em desequilíbrio.
A harmonia realinha. A dissonância dispersa densidades.
Beethoven não apenas compunha música, ele estruturava campos vibratórios capazes de ativar, limpar e despertar. O que a ciência chama de som, muitos reconhecem como frequência de cura, uma linguagem energética que atua direto na essência: vibração, luz e vida.
***
Mas não é o caso de ouvir Beethoven e Música clássica em geral só interessado em curar doenças. É o caso de reaprender a ouvir música clássica, reeducando a audição às frequências superiores capturadas pelos mestres da Arte Maior nessas maravilhosas composições que materializam os sons dos mundos espirituais.
Você sairá muito mais curado do que imagina. Não só de doenças do corpo, aliás.
Lembrando que Beethoven compôs grande parte de suas obras quando começou a ficar progressivamente surdo, o que demonstra que ele já não ouvia mais os sons físicos, porém captava vibrações das mais altas esferas cósmicas, o que está plasmado nas suas últimas (e melhores) sinfonias, além de outras obras de inestimável valor daquele período.
Conclusão óbvia: se a música superior da Arte dos grandes mestres cura doenças, o que pensar de música ruim que tanta gente curte mundo afora?
sábado, 9 de maio de 2026
ANKITO, O MAIOR HUMORISTA BRASILEIRO
quinta-feira, 7 de maio de 2026
ESCRITÓRIOS SEM PAREDES
Houve um tempo em que certas atividades exigiam portas fechadas. Conversas profissionais, reuniões estratégicas, discussões financeiras ou jurídicas costumavam ocorrer em salas reservadas, onde a discrição era considerada parte da própria civilização.
Então veio o notebook. Depois o smartphone. Em seguida os fones sem fio. E, assim, surgiu uma nova variante da espécie humana: o profissional nômade do viva-voz.
É bem verdade que, no tempo em que os celulares eram apenas telefones, já havia quem fizesse questão de demonstrar que os seus negócios não podiam esperar por momentos de maior privacidade. Mas, com o avanço da tecnologia, as exibições de alta conectividade ficaram cada vez mais frequentes e explícitas.
Hoje, qualquer cafeteria vira facilmente uma filial improvisada de multinacional. Aeroportos tornaram-se coworkings permanentes. Restaurantes já não servem apenas comida: oferecem também, às vezes involuntariamente, ambiente para reuniões corporativas e alinhamentos de equipe.
Outro dia, enquanto eu e Natália – minha mulher – almoçávamos no restaurante de um shopping, observamos que um rapaz de seus vinte e poucos anos ocupou a mesa ao lado, posicionou o laptop diante de si e fez dois pedidos: um chope e a senha do wi-fi.
Até aí, nada demais. Afinal, eram quase duas da tarde de uma sexta-feira, e muita gente que estava naquele restaurante não voltaria mais ao trabalho naquele dia.
Mas, ao contrário do que deduzimos, ainda não havia “sextado” para ele. Minutos depois da chegada do rapaz, nossa atenção foi novamente atraída para a mesa vizinha: agora ele falava alto, em uma aparente discussão sobre relatórios, metas e medidas de compliance.
Natália olhou para mim com um sorriso de surpresa, e seu olhar já me encontrou sorrindo de volta e abrindo os braços – como o clássico emoji de “fazer o quê?”.
Já havíamos presenciado situações semelhantes e trocado impressões sobre o assunto, mas daquela vez fomos arrastados para uma videoconferência não agendada. Sem ninguém nos indagar sobre nosso interesse, fomos praticamente integrados ao conselho administrativo da empresa!
Esse não é um caso isolado. Certas pessoas parecem acreditar que a mera abertura de um notebook em local público lhes concede uma espécie de imunidade acústica. Como se o restante da humanidade automaticamente deixasse de existir diante da relevância transcendental de suas demandas profissionais.
E não se trata apenas de falar alto. Há também a teatralidade. O sujeito franze a testa para a tela. Faz pausas longas. Suspira. Concorda balançando a cabeça, mesmo quando ninguém ao redor perguntou absolutamente nada.
Há também os que caminham de um lado para o outro, com o celular na mão, reproduzindo em escala reduzida a energia de um CEO prestes a decidir os rumos da economia mundial — embora, às vezes, esteja apenas discutindo o atraso de uma planilha.
Alguns sequer se dão ao trabalho de usar fones de ouvido. O cidadão posiciona o celular sobre a mesa, ativa a câmera e passa quarenta minutos debatendo metas, contratos e indicadores, impondo a dezenas de desconhecidos a condição involuntária de plateia corporativa.
E o mais curioso: muitos desses assuntos parecem exigir sigilo absoluto. O tom de voz sugere alta complexidade estratégica. Mas tudo é compartilhado publicamente entre cappuccinos, garçons, ruídos de xícaras e, no específico caso aqui referido, goles em canecas de chope.
Longe de mim querer impor a alguém a maneira como trata os negócios de sua empresa. Estou apenas compartilhando com o leitor minha perplexidade – e confesso, incômodo – diante de um comportamento que parece ser o novo normal.
Pode ficar tranquilo o leitor que chegou até aqui e se reconhece como um desses executivos de escritórios sem paredes.
Talvez o verdadeiro símbolo dos tempos atuais não seja a inteligência artificial, mas a capacidade humana de transformar qualquer ambiente em escritório — e qualquer pessoa próxima em testemunha compulsória de sua produtividade.
Há algo de curiosamente paradoxal nessa nova etiqueta social: nunca se falou tanto em empatia, respeito aos espaços coletivos e convivência civilizada, mas jamais foi tão comum tratar o ambiente compartilhado como uma extensão irrestrita da própria sala, do próprio escritório e, sobretudo, da própria importância.
Autor: Marcos Mairton
quarta-feira, 6 de maio de 2026
PROPOSTA MODERNA
– Meu irmão, há algum tempo precisava falar com você, pode me dar alguns minutos? Vamos pegar essa mesa.” Disse Marília abraçando Hugo ao encontrá-lo no Shopping.
Feliz em encontrar a irmã querida, Hugo Sanchez puxou uma cadeira, sentou-se, pediu dois chopes no início daquela tarde de sexta-feira. Ela foi direto ao assunto.
– Hugo querido, só nós dois é que sabemos o quanto nos amamos, sou louca pelo meu irmãozinho desde criança, nossas afinidades são parecidas. Você casou-se, separou-se, agora está solteiro novamente, aos 40 anos. Nunca dei palpite em sua vida amorosa, boêmia e escandalosa. Desculpe eu estar me intrometendo em seu novo namoro, você falou levemente em casamento. Nada de pessoal contra Kalu, até gosto da moça, 10 anos mais nova, parece equilibrada e sensata. Acontece que, informaram-me um pequeno detalhe de sua vida pessoal, tenho obrigação de lhe passar, não quero que seja enganado. Uma fonte fiel confidenciou-me, ela é sapatona, ou melhor bissexual, tem um caso com aquela morena, andam muito juntas, se diz sobrinha. Sabendo do fato, seria uma traição por omissão não contar-lhe esse pequeno detalhe.
Hugo respirou fundo, tomou dois goles de chope, pensou, pensou, pensou, respondeu à irmã ainda no impacto emocional da notícia.
– Obrigado Marília, você agiu bem, não poderia ser de outra forma, francamente, nunca desconfiei da bissexualidade de Kalu. Eu até gosto muito de sua sobrinha Geísa, nada me fez perceber essa opção sexual de Kalu, ela gosta de homem, tenho certeza Vou pensar no que fazer. Obrigado minha irmã.
Hugo pediu mais chope, passaram a tarde conversando.
Eram nove horas da noite quando Hugo encontrou Kalu na Barraca Pedra Virada, acompanhada de Geísa, tomaram chope, uísque, tira-gosto, jantaram quase meia noite. Duas horas da manhã deixaram Geísa em casa, dormiram no apartamento, amaram-se, Hugo nunca mais havia passado uma noite de amor com tanta intensidade. Pela manhã do sábado resolveram dar um mergulho na praia do Francês, bebericar até o final da tarde. Kalu perguntou se podia convidar Geísa.
Tudo bem disse Hugo, mas, quero uma conversa antes. Foi claro e taxativo com a namorada.
– Kalu, estamos mais de dois anos juntos, somos adultos, lhe amo, tenho de ser sincero. Sua amizade com Geísa vem atiçando a maldade alheia, vieram me fuxicar de um relacionamento íntimo seu com Geísa, que vocês são um caso, é o boato corrente nas rodas da boemia.
Kalu ouviu olhando nos olhos do namorado, baixou a cabeça, respirou fundo, encarou-o novamente, abriu seu coração com franqueza.
– Hugo querido, é verdade, eu tenho essa opção sexual a mais, sou bissexual, a Geísa não é minha parente. Eu estava esperando um momento apropriado para abrir o jogo, lhe confessar. Conversei muito com Geísa, temos uma proposta, você pode se chocar, francamente não sei sua reação. Minha única certeza é que lhe amo, quero você, quero ficar com você, não importa se casados ou juntados. Minha proposta é meia louca, entretanto, foi bem pensada, amadurecida: Adicionar Geísa em nosso relacionamento. Peço apenas a você, conversar com Geísa, sinta como é uma pessoa boa, entre em suas intimidades, depois me diga se aceita a situação, sem compromissos.
Hugo Sanchez teve um impacto com aquela inusitada proposta. Conversou, passou algumas tardes com Geísa. Não precisou muito tempo para definir-se. Estão em período de adaptação, tiraram férias juntos, passeando pela bela Cartagena das Índias, Colômbia. O mais caro foram as três passagens de avião.
Autor: Carlito Lima
LAGO IGAPÓ - LONDRINA - PARANÁ
terça-feira, 5 de maio de 2026
O IMENSO PODER DA ORAÇÃO
A oração é uma das expressões mais profundas da alma humana. Não é apenas um conjunto de palavras ditas ao vento, mas um encontro íntimo entre o ser humano e o divino, um momento em que o coração fala com sinceridade e a mente encontra descanso.
O imenso poder da oração está na sua capacidade de transformar. Ela não muda apenas circunstâncias externas — ela começa, antes de tudo, dentro de quem ora. Ao orar, o homem acalma suas inquietações, organiza seus pensamentos e fortalece sua fé. É como se, a cada palavra, uma luz fosse acesa no interior, dissipando medos, dúvidas e angústias.
A oração também é força nos momentos difíceis. Quando tudo parece perdido, quando as respostas não chegam e o caminho se torna incerto, é ela que sustenta, que dá esperança, que renova a coragem. Não se trata apenas de pedir, mas de confiar — confiar que há um propósito maior, mesmo quando não conseguimos enxergar.
Além disso, a oração cria uma conexão poderosa com o universo espiritual. É um canal direto com Deus, onde não existem barreiras, nem distância, nem formalidades. Basta um coração sincero. Não importa o lugar, a hora ou a forma — o que realmente importa é a verdade contida em cada palavra.
Muitos testemunham que, através da oração, encontraram paz em meio ao caos, respostas em meio à dúvida e até milagres em meio à dor. E talvez o maior milagre de todos seja a transformação interior: um coração mais leve, uma mente mais tranquila e uma alma mais confiante.
Orar é acreditar. É entregar. É agradecer, mesmo antes de receber. É reconhecer que, apesar das limitações humanas, existe um poder maior guiando cada passo.
Por isso, nunca subestime a força de uma oração. Em silêncio ou em voz alta, curta ou longa, simples ou elaborada — toda oração feita com fé tem poder. Poder de consolar, de fortalecer, de renovar e, acima de tudo, de aproximar o homem de Deus.
Porque quando a oração é verdadeira, ela não volta vazia — ela sempre deixa algo de bom no coração de quem ora.
DIA MUNDIAL DA LÍNGUA PORTUGUESA (5 DE MAIO )
Nasceu do latim vulgar, a língua portuguesa, tecida ao vento das influências árabes e germânicas.
É considerada uma das mais belas línguas do mundo, principalmente por sua sonoridade suave e cadência melódica.
Apesar de não constar no rol das mais complexas, podemos verificar que sua construção é muito metódica, com uma estrutura muito coerente e precisa.
Nela, os Substantivos nomeiam seres/coisas; os Verbos indicam ação/estado; os Adjetivos caracterizam; os Artigos definem/indefinem substantivos; e os Advérbios modificam verbos, adjetivos ou outros advérbios.
Abaixo, um exemplo visual da construção intrigante de alguns termos, fluindo como um rio que traça seu leito na memória das palavras:
PORTUGAL – PORTO de CALE
PORTO – A Porta para o mundo
PORTAR – Do latim PORTARE – Levar, carregar consigo
APORTAR – (Sinônimos): Ancorar, atracar, fundear, arribar, abordar, chegar, aportar, entrar, surgir, conduzir, levar, (investir)
IMPORTAR – Trazer para dentro, passando pelo PORTO ou AEROPORTO
EXPORTAR – Mandar para fora
DEPORTAR – Expulsar do país
COMPORTAR – Conter, acomodar até o limite SUPORTÁVEL
SUPORTAR – Aguentar
REPORTAR – Informar o aporte comportado e suportado
TRANSPORTAR – Levar, transpondo as PORTAS
PORTÁTIL – O que é transportável
PORTA – PORTAL – PORTÃO – PORTEIRA – PÓRTICO
Não é à toa que se trata de um dos idiomas mais IMPORTANTES do mundo.
O português é idioma oficial em nove países, formando a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), com mais de 260 milhões de falantes nativos. São eles: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Também é oficial em Macau, China e é falado em Goa, Índia.
E, quanto à piada mais apropriada, que fecha o ciclo com leveza:
Os portugueses nos deram a língua e ficaram com o sotaque.
Autor : Laudeir Ângelo
domingo, 3 de maio de 2026
O PODER DO RISO
O riso é um poderoso antídoto natural contra o estresse, reduzindo o cortisol e liberando neurotransmissores como endorfina e serotonina. Ele fortalece o sistema imunológico, melhora a saúde cardiovascular, relaxa o corpo e alivia a dor física e emocional, funcionando como um remédio terapêutico que melhora a qualidade de vida.
Assista a este vídeo para entender como o riso funciona como um remédio terapêutico:
Principais Benefícios do Riso:
- Saúde Mental e Emocional: Diminui a ansiedade e depressão ao relaxar o sistema nervoso e diminuir a atividade da amígdala (zona do medo).
- Saúde Física: Rir exercita músculos abdominais, melhora a respiração e aumenta a imunidade.
- Alívio da Dor: A liberação de endorfinas atua como um analgésico natural.
- Conexão Social: Rir fortalece laços, cria ambientes acolhedores e ajuda na resiliência, facilitando o enfrentamento de situações difíceis.
sábado, 2 de maio de 2026
Anedotas e Piadas #39
sexta-feira, 1 de maio de 2026
O ASSALTO
Dona Zulmira teve dois filhos, dois Zé: Zé Miguel e Zé Gabriel, para diferençar chamou o menor de Zé Pequeno, o apelido pegou, até hoje os mais íntimos só o chamam de Zé Pequeno, sem cerimônia. Tornou-se um ótimo comerciante, chegado às mulheres, era solteirão convicto até a chegada de Jandira, uma gostosa prima, há muitos anos morando no Rio de Janeiro. Zé Pequeno ficou encantado com aquela vistosa mulher, loura, vestido decotado, divertida, sem meias palavras dizia o que vinha na cabeça, tetas exuberantes, sorriso desavergonhado. Escandalizou a família e o bairro. Era segredo o trabalho daquela jovem no Rio. Entretanto, Zé Pequeno sabia o que queria, sem preconceitos, terminou casando-se com a bela Jandira. Os amigos, os desocupados, previram um belo par de chifres no Zé Pequeno. Com sete meses de casados telefonaram para Zé Pequeno, fuxicando. Sua distinta estava de abraços com um rapaz, um surfista da praia da Jatiúca. Zé pegou-a saindo do motel. Não houve acordo, houve escândalo. Foi a crônica da galha anunciada.
Zé Pequeno passou um tempo se entregando aos cabarés. Certo dia entrou na sua loja de material de construção, Angelita, colega de infância, pouco estrábica, sem muitos predicados da beleza feminina. Logo Zé Pequeno casava novamente, sem medo de levar ponta.
Os anos se passaram, os dois se deram bem, cada qual no seu canto sem se intrometer na seara do outro. Angelita tem butique de moda jovem, ganha para seu sustento. Tiveram dois filhos. Entretanto, tem duas manias incuráveis: ciúme doentio pelo baixinho, seu marido, e neurótica da violência urbana. Ela lê tudo sobre assalto, assassinato, sequestro. É sua conversa predileta. Sabe de todas as histórias contadas no rádio, televisão e jornais. No fundo, ela ama o alarmismo da imprensa, parece que faz bem à sua mente, se alimenta de fatos tenebrosos. Reconta as histórias preferidas.
Numa bela tarde de sábado, Angelita foi a uma palestra sobre violência urbana, não poderia perder. O conferencista expôs sua teoria. A violência existe, entretanto, a maioria dos crimes está na faixa entre 16 e 26 anos, entre os traficantes, eles se matam por pontos de venda e lideranças. De repente perguntou à plateia quantas vezes alguém tinha sido assaltado e quantas pessoas conheciam que foram assaltadas. Apenas duas mulheres se pronunciaram. Angelita pensou, tentou relembrar algum caso com algum amigo, não lembrou. Foi para casa decepcionada, não conhecia um parente, um amigo que foi realmente assaltado, frustrante para sua neura.
Nessa mesma tarde, Zé Pequeno telefonou para uma amiga moradora do Trapiche, cafetina das melhores garotas de programas da cidade. Apanhou a jovem, bonita, alta. Janice, a alcoviteira, sabia o gosto do cliente. Levou-a para um motel. Tarde agradável, alguns uísques, até que na hora do banho ZÉ Pequeno escorregou, caiu de costa, nuca no chão, abriu-lhe a cabeça, o sangue jorrou. Foi ao Pronto Socorro, sutura, alguns pontos na cabeça. Zé começou a pensar o que dizer em casa. Imediatamente dirigiu-se à Delegacia de plantão, deu parte, abriu um Boletim de Ocorrência, tinha sido assaltado, levaram o carro, com ele dentro. Pararam na praia de Ipioca, deram-lhe uma coronhada, desmaiou. Acordou-se depois de algum tempo, levaram carteira, dinheiro, ainda bem que deixaram o carro e ele, vivo.
Ao contar a história do assalto em casa, veio um fluxo de felicidade e alegria de dentro de Angelita, ela não conteve o sorriso de satisfação. Ouviu atentamente a história do marido, logo saiu contando para toda vizinhança como Zé Pequeno foi assaltado. Há mais de um mês é seu único assunto. O assalto ao Zé acabou a frustração de Angelita. Seu grande ídolo agora é o marido.
Autor : Carlito LIma
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Toda boa ideia começa com uma vontade simples: fazer diferente. A Import M&M nasceu da paixão por tecnologia, curadoria e boas oportuni...








