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sexta-feira, 14 de agosto de 2026
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
A ORIGINAL E A VERSÃO #16 (THE POWER OF LOVE)
A música é uma linguagem universal. Algumas canções atravessam décadas, oceanos e idiomas, ganhando novas interpretações, novos sentidos e novas emoções. Muitas delas nasceram em um país e foram recriadas no Brasil e em várias partes do mundo, provando que uma boa melodia não pertence a um só povo, mas à humanidade inteira.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
PLAYED 20 TIMES
A música é uma das formas mais profundas de expressão humana. Ela atravessa culturas, épocas e gerações, tocando algo que vai muito além do ouvido: toca a alma, o coração e, de maneira muito concreta, o cérebro. Ouvir música faz bem para a vida porque ela conversa diretamente com nossas emoções, nossas memórias e nossa capacidade de sentir prazer, equilíbrio e sentido.
Quando ouvimos música, o cérebro entra em uma verdadeira sinfonia interna. Diversas áreas são ativadas ao mesmo tempo: o córtex auditivo interpreta sons e ritmos; o sistema límbico, ligado às emoções, responde com sentimentos como alegria, tristeza, calma ou entusiasmo; e áreas relacionadas à memória trazem lembranças marcantes, muitas vezes ligadas a pessoas, lugares e momentos especiais da vida. Por isso, uma simples melodia pode nos transportar instantaneamente ao passado ou nos dar forças para seguir em frente.
A música também estimula a liberação de substâncias fundamentais para o bem-estar. A dopamina, conhecida como o “neurotransmissor do prazer”, é liberada quando ouvimos uma música que gostamos, gerando sensação de recompensa e felicidade. A serotonina e a oxitocina, ligadas ao humor e à conexão emocional, ajudam a reduzir o estresse, a ansiedade e até a sensação de solidão. Em momentos difíceis, a música funciona como um abraço invisível.
Além do aspecto emocional, ouvir música fortalece o cérebro. Ela melhora a concentração, estimula a criatividade e pode ajudar no aprendizado, pois cria conexões neurais mais eficientes. Ritmo e melodia organizam o pensamento, facilitam a atenção e até auxiliam na coordenação motora. Em idosos, a música pode despertar memórias adormecidas e trazer conforto, enquanto em crianças contribui para o desenvolvimento cognitivo e emocional.
Na vida cotidiana, a música dá cor aos dias. Ela embala o trabalho, consola na dor, celebra a alegria e acompanha os silêncios. Há músicas que acalmam, outras que energizam, algumas que fazem chorar e muitas que fazem sorrir. Cada uma cumpre um papel importante, ajudando-nos a entender melhor quem somos e o que sentimos.
Ouvir música, portanto, é um ato de cuidado com o cérebro e com a vida. É uma forma simples e poderosa de alimentar emoções, fortalecer a mente e encontrar equilíbrio interior. Em cada nota, existe um convite para sentir, lembrar, sonhar e viver com mais intensidade. 🎶
Nestor Alexander Haddaway, conhecido apenas como Haddaway, é um cantor e compositor de nacionalidade alemã e estadunidense nascido em Trindade e Tobago. Ele se concentra principalmente nos géneros musicais eurodance, house e pop, sendo considerado um dos grandes nomes da música da Alemanha dos anos 90.
A ORIGINAL E A VERSÃO #15
A música é uma linguagem universal. Algumas canções atravessam décadas, oceanos e idiomas, ganhando novas interpretações, novos sentidos e novas emoções. Muitas delas nasceram em um país e foram recriadas no Brasil e em várias partes do mundo, provando que uma boa melodia não pertence a um só povo, mas à humanidade inteira.
Kyu Sakamoto - Sayonara / Os Incríveis - Sayonara
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
FUTURO; JÁ ESTAMOS NELE!
Na prática, o recado é direto: ou o Brasil encara a IA como infraestrutura crítica – ao lado de energia, telecom e transporte –, ou corre o risco de virar dependente digital, pagando caro por tecnologia que nem sempre entende.
O ANJO (DE VIOLANTE PIMENTEL)
Morava em Nova Cruz (RN) um rapaz de nome José Teixeira, filho de uma viúva, pertencente a uma ramificação de tradicional família daquela cidade.
Dizem que, desde criança, sempre demonstrou tendência feminina nos gestos, preferindo os brinquedos das meninas e desprezando carrinhos e bolas com que os meninos brincavam. Cresceu assim, e, dessa forma, tornou-se rapaz, passando a se dedicar às prendas domésticas.
Revelou-se um verdadeiro artista, aprendendo a bordar, pintar, confeccionar flores e chapéus femininos ornamentados.
Com o passar do tempo, José Teixeira dedicou-se completamente à decoração de ambientes e preparação de festas, difundindo cada vez mais suas habilidades artísticas. Com elas, passou a ganhar dinheiro, ajudando no sustento da mãe, viúva pobre, e suas duas irmãs.
Era religioso, educado, e sabia respeitar as pessoas, sendo por isso também respeitado. Nenhuma festa acontecia na cidade, sem que estivessem presentes a sua arte e o seu bom gosto. O preparo de altares na Matriz da Imaculada Conceição, Padroeira da cidade, os andores para as procissões, festas de casamento, aniversários, enfim, quaisquer acontecimentos festivos contavam com a sua indispensável participação.
Tornou-se o decorador oficial da cidade, nos eventos públicos ou privados, inclusive nas festas religiosas do final do ano, onde havia uma Quermesse para angariar fundos para a Igreja.
Eram frequentes os jantares, os saraus, os bailes, as procissões e novenas, como manifestações da realidade artística, religiosa e social da cidade. Em tudo, estava a presença marcante desse filho de Nova-Cruz.
Merece destaque, o fato de José Teixeira nunca ter escondido sua tendência feminina, mantendo, entretanto, uma conduta discreta e digna. Vivia para o trabalho, e nunca se meteu em fofocas. Seu excelente círculo de amizade incluía moças, senhoras casadas, senhores e rapazes. Até o Padre da Paróquia de Nova-Cruz lhe fazia elogios publicamente, em agradecimento pelo seu trabalho de embelezador e colaborador das festas e procissões.
Nessa época remota, o distúrbio genético apresentado por José Teixeira era raro, e a cidade que o viu nascer o aceitava como era.
Sua presença tornou-se indispensável nas festas de aniversários, casamentos e bailes. Também ocupava lugar de honra na vida familiar da cidade, sendo sempre convidado para almoços e jantares, e ainda para padrinho de crianças. Tornou-se amigo e confidente de todos.
A cidade se desenvolveu e passou a ter mais festas, aumentando também o prestígio de José Teixeira. Era um verdadeiro “patrimônio” artístico de Nova-Cruz.
Surgiu o primeiro bloco de carnaval da cidade, tendo José Teixeira como organizador, decorador e figurinista. Esse bloco saía às ruas de Nova-Cruz no tríduo carnavalesco, “assaltando” as residências de pessoas da cidade, onde era recebido com bebidas e salgadinhos, à vontade.
As calçadas e ruas transformavam-se em salões de festa e a alegria era imensa.
O nosso Tio Paulo, uma figura inesquecível, era um dos maiores incentivadores do bloco, e o “assalto” à sua casa era indispensável! Irmão do nosso pai, Francisco, as casas eram vizinhas, e o “assalto” era aproveitado por nós, ainda crianças. Dançávamos no meio da rua, jogando confetes e serpentinas, presenteadas por ele, num clima de felicidade sem igual.
Tio Paulo distribuía lança-perfumes para os seus amigos, compradas em Natal, que eram usadas para perfumar o cangote das moças. E o cheiro se espalhava pelo ar. Não havia porre, loló nem brigas. O carnaval era só alegria e higiene mental.
O Rei Momo e a Rainha do Carnaval eram eleitos, uma semana antes, por uma comissão apontada por José Teixeira, da qual fazia parte.
José Teixeira confeccionava a alegoria, porta-estandartes e as fantasias para o carnaval.
Pierrôs, Colombinas, Arlequins, Odaliscas (vem Odalisca do meu harém vem, vem vem… ) e Piratas eram as principais fantasias.
A tarde entrava pela noite, com trombones, tamborins e outros instrumentos, executando os mais belos e tradicionais frevos e marchinhas de carnaval. A cidade era calma e o povo todo era conhecido.
Não havia o carnaval sensual/sexual de hoje, e os seios e nádegas eram guardados com recato.
As marchinha e frevos não tinham maldade. Tinham beleza e poesia.
Podemos dizer que, em Nova-Cruz, foi José Teixeira quem inventou o carnaval, o bloco, a alegoria e o estandarte, quando a maldade não tinha nascido.
Assim era José Teixeira. Totalmente feminino, amado, respeitado, e aceito por todos, sem sofrer exclusão pelo seu modo involuntário de ser.
Para mim, ele era um Anjo. E Anjo não tem sexo…
Hoje, desapareceu a pureza. Os Pierrôs, Colombinas, Arlequins, Odaliscas e Piratas se desnudaram. Restaram expostos, em abundância, seios, nádegas e tatuagens.
A modernidade nos deixou apenas o direito de nos fantasiarmos de PALHAÇOS!!!Palhaços das nossas ilusões!
Decepcionados, abafamos no peito a saudade dos velhos carnavais.
O cheiro de lança-perfumes sumiu! Roubaram as fantasias do nosso povo!
Roubaram o sorriso de felicidade, que existia nos rostos nos dias de carnaval.
Ó, abre alas, que eu quero passar!
PIADA -OS LOUCOS E A PORTA
Em uma sala de observação em um sanatório, vários loucos passavam por um teste para verificar se já estavam preparados para viver numa sociedade.De repente,um dos loucos desenha uma porta na parede e começa a agitar um fuga: -Pessoal, olha!Uma porta,vamos fugir! Os loucos iam todos em direção à falsa porta e davam com a cara na parede. Nenhum deles escapou. O médico responsável, surpreso,virou-se para o louco que desenhou a porta e disse: -Parabéns, você mostrou que é capaz de enganar as pessoas, e com isso percebo que você já está recuperado. O louco retruca: -É verdade, doutor, eu enganei eles; a chave está comigo...
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Kiss foi uma banda de hard rock dos Estados Unidos, formada em Nova Iorque em 1973 por Paul Stanley e Gene Simmons. A banda passou por algum...


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