sábado, 28 de fevereiro de 2026
PLANETA CONSCIÊNCIA (By: JH2)
FUI PARA O MEU QUARTO (By: JH2)
Fui para o meu quarto.
Ali, onde o mundo silencia e a alma fala baixo.Fechei a porta não para fugir,mas para me encontrar.O quarto me acolheu com suas paredes cansadas de ouvir segredos,com a cama que conhece meus sonhos e meus medos,com a janela que deixa entrar a luz quando o coração pede esperança.Fui para o meu quartopara organizar pensamentos bagunçados,para deixar cair as lágrimas que não pedem explicação,para respirar fundo e lembrar quem eu sou.É nesse pequeno espaçoque o tempo desacelera,que a dor se transforma em aprendizadoe o silêncio vira companhia.Fui para o meu quartoe voltei um pouco mais forte,um pouco mais inteiro,porque às vezes é no recolhimentoque a gente se reconstrói.
(BY JH2)
O TREM DE FOGO
O trem de fogo corta a noite escura,
O MONARCA DA AURORA (By: JH2)
Lá vem ele, o gigante de crista de brasa, Com passos de ferro que tremem o chão, Não é apenas ave que habita uma casa, É um bicho de lenda, um pequeno dragão.
JUSTIN BIBA - PARÓDIA JUSTIN BIEBER
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
A ORIGINAL E A VERSÃO #16 (THE POWER OF LOVE)
A música é uma linguagem universal. Algumas canções atravessam décadas, oceanos e idiomas, ganhando novas interpretações, novos sentidos e novas emoções. Muitas delas nasceram em um país e foram recriadas no Brasil e em várias partes do mundo, provando que uma boa melodia não pertence a um só povo, mas à humanidade inteira.
O PISTON DE MANULA
Há quem considere Jorge de Lima, O maior poeta da língua portuguesa, foi também excelente romancista. No posfácio do romance Calunga compreendi a musicalidade da região das lagoas. Jorge afirma que os índios caetés acompanhavam os guerreiros na peleja incitando, tocando flautas e gaitas. Ainda hoje entre seus descendentes encontram-se exímios tocadores de pífano.
Depois dessa abertura, conto a história de amor acontecida na pequena cidade de Santa Luzia do Norte, à beira da Lagoa Mundaú. Como não sou de mentir, quem duvidar do meu escrito dou como testemunha, o ator global, poeta, diretor, Chico de Assis, nascido e criado naquela cidade e sobrinho do músico Otaviano de Assis Romeiro, que aos oito anos era excelente tocador de flauta. Otaviano tornou-se famoso como Maestro Fon-Fon no Rio de Janeiro e Europa. Alagoas se orgulha do célebre maestro e do Chico de Assis.
Em Santa Luzia do Norte havia uma pequena orquestra, dirigida pelo Maestro Wanderley, ele convocava os jovens da cidade para tocarem na Banda Municipal. Era uma atração da cidade; nos dias de festas, tocava até em povoados e cidades vizinhas. Durante o carnaval o povo se enchia de alegria com a Banda arroxando no frevo e a moçada alegre, pulando, dançando, cantando.
Certa vez o Maestro Wanderley recebeu a visita do jovem Manula, ele gostaria de tocar na banda. Ao fazer um teste com instrumento de sopro, Wanderley ficou fascinado com o talento do jovem negro, alto e bonito. Depois de um ano tocando na banda, Manula tornou-se atração com o som do piston, timbre focado e brilhante, ele tornava a música mais expressiva. Era o orgulho do Maestro descobridor de talentos.
Perto da casa de Manula, morava Inês, negra bonita, alta, sua beleza chamava a atenção. Ele a conheceu na Festa da padroeira, dia 13 de dezembro, dia de Santa Luzia. Inês ficou encantada com Manula quando ele tocou solo, a Ave Maria na Igreja. Os dois, daquele dia em diante, começaram a se encontrar, a namorar, sempre com o olhar vigilante dos pais que não queriam o namoro da filha com um músico, sem futuro.
Manula morava com a mãe viúva que recebia uma pensão. Dava para manter uma vida simples. Contudo, Manula tinha ambições e sonhos. Quando estava com Inês se sentia feliz, eram apaixonados, pensavam em casar assim que Manula pudesse sustentar a família. A ambição de Manula era entrar no Exército para tocar na Banda do Quartel e estudar música. As ambições se tornaram cada vez mais difíceis. Não havia emprego na cidade. Ele sempre pensando em Inês. Certa vez, o maestro Wanderley o levou para tocar em Maceió numa “Jazz Band” formada por militares, eles tocavam em festas de aniversários e de clubes. Ele foi aprovado. No final das festas Manula dava um show solo de jazz com piston ou trompete.
Depois da tocada ele retornava de Maceió logo cedo de canoa. Procurava Inês mostrava o que havia ganho no fim de semana. Em pouco tempo, por seu talento, ficou conhecido e nos finas de semana ganhava um dinheirinho, guardava, pensando no casamento com Inês, cada vez mais apaixonado. Certo sábado ele tocava na “Jazz Band” no Clube Fênix, acompanhando o show do cantor alagoano Alcides Gerardi que ficou encantado com o talento, com o som de Manula. Convidou-o a acompanhá-lo numa turnê pelo Brasil. Depois de conversar com Inês, mostrando quanto iria ganhar, partiu para turnê de seis meses Brasil afora. Não tinha tempo de escrever, não havia telefone DDD, Manula ficou meio ano sem ver seu amor.
Depois de seis meses retornou a Santa Luzia do Norte. Ainda navegando na canoa recebeu a notícia, a maior decepção de sua vida. Inês havia casado.
Entrou em casa, abraçou a mãe, meio aéreo, deitou-se na cama, entrou numa depressão profunda, não chorou, mas sentia uma dor profunda dentro das entranhas. Enterrou seu valioso piston no quintal. Todas as manhãs regava o “túmulo” do piston. Assim continuou por muito tempo. Até que chegou o carnaval. Quando a banda arrastava a mocidade pelas ruas, Wanderley teve a ideia, passaram na casa de Manula e tocaram o Vassourinhas, chamaram o grande músico para o Carnaval. Pela primeira vez depois de seu retorno, Manula sorriu. Foi ao quintal, desenterrou o piston, deu três sopros, se juntou aos amigos na frente do Bloco tocando seu som inconfundível. O Carnaval fez milagre, ressuscitou Manula.
By: Carlito Lima
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
JUSTIÇA PARA LÉO LINS – MAS ATÉ QUANDO?
Apenas na última semana, comentamos três casos que demonstram o grau avançadíssimo de deterioração da liberdade de expressão no Brasil – o do presidente da Unafisco Nacional, chamado a depor como investigado por críticas ao STF; o do padre forçado a assinar um acordo de não persecução penal após falas sobre divindades afro-brasileiras; e o da estudante feminista processada por criticar a ideologia de gênero. Mas, nesta segunda-feira, a 5.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3.ª Região mostrou que a liberdade de expressão, mesmo que por aparelhos, com muita dificuldade, ainda respira. O colegiado anulou a condenação absurda e desproporcional do humorista Léo Lins por crime de discriminação, com agravante de “contexto ou intuito de descontração, diversão ou recreação”.
Em junho do ano passado, Lins foi condenado na primeira instância a oito anos de prisão, multa de 1.170 salários mínimos e indenização de R$ 300 mil por danos morais coletivos, devido a piadas feitas em um show de stand-up comedy que teve ampla divulgação no YouTube. Antes disso, o conteúdo já havia sido removido do ar, os perfis do humorista sofreram censura prévia, e até o direito de ir e vir de Lins havia sido cerceado com restrições a viagens, inviabilizando as turnês que são fundamentais para o ganha-pão desse tipo de artista. As piadas, de fato, envolviam minorias, como portadores de deficiência, ou temas sensíveis, como a escravidão – Leo Lins jamais negou isso (e nem haveria como, pois se tratava de fato evidente). Mas apenas isso não é suficiente para configurar um crime.
Tanto o Ministério Público quanto a juíza de primeira instância que condenou Lins cometeram um erro primário – grotesco, diríamos, para quem ocupa tais cargos. Em vez de analisar primeiro se foram cometidos os crimes previstos na Lei Antirracismo (como negar direitos ou acesso a certos locais, “injuriar alguém, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro” ou mesmo “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”) para só então, constatado o crime, aplicar a agravante do contexto humorístico, a piada foi considerada de imediato criminosa, mesmo que não houvesse a intenção de cometer crime contra a honra, ou de desumanizar um grupo específico, ou de incitar a violência e a discriminação. Tratava-se de puro animus jocandi, protegido pela jurisprudência brasileira, sem o animus caluniandi, diffamandi vel injuriandi que, este sim, constituiria crime.
Felizmente, dois dos três julgadores da 5.ª Turma (o desembargador relator e uma juíza convocada) colocaram de volta os bois na frente do carro. Eles consideraram que, nos conteúdos do humorista, não havia racismo, nem preconceito de qualquer tipo, nem intenção de agredir e injuriar, nem desumanização; havia apenas piada, ainda que ácida, ainda que até mesmo deselegante, ou inoportuna. Não havia crime, portanto, e então aplicaram o inciso III do artigo 386 do Código de Processo Penal, pelo qual “o juiz absolverá o réu, mencionando a causa na parte dispositiva, desde que reconheça: (…) não constituir o fato infração penal”. O desembargador que foi voto vencido defendeu a manutenção da condenação, mas com pena e indenização menores, em um sinal do quão absurda havia sido a pena inicial atribuída ao humorista, maior que a de muitos crimes como furto ou sequestro.
Ainda que a análise da culpabilidade se encerre sempre na segunda instância (ao menos em tese), o Ministério Público Federal ainda pode recorrer ao Superior Tribunal de Justiça e, neste caso, espera-se que a corte aplique a primeira de suas teses sobre crimes contra a honra: “para a configuração dos crimes contra a honra, exige-se a demonstração mínima do intento positivo e deliberado de ofender a honra alheia (dolo específico), o denominado animus caluniandi, diffamandi vel injuriandi. Mas não seria surpreendente se o caso acabasse chegando até ao STF, e é por isso que não há como tratar a absolvição de Léo Lins no TRF-3 como uma vitória definitiva da liberdade de expressão; afinal, trata-se do Supremo que aceitou denúncia contra o senador Sergio Moro exatamente por causa de uma piada.
By : Editorial Gazeta do Povo
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
XIMBICA - VOU DE TACHI!
domingo, 22 de fevereiro de 2026
RICHARD BENSON - RENEGADE (UMA HOMENAGEM)
UMA HOMENAGEM AO GUITARRISTA FALECIDO EM 10 DE MAIO DE 2022, EM ROMA - ITÁLIA
Richard Benson foi um guitarrista, compositor, produtor musical e personagem cult do rock, nascido na Inglaterra e radicado na Itália, onde se tornou amplamente conhecido tanto por sua trajetória musical quanto por sua personalidade excêntrica e controversa.
🎸 Carreira musical
Richard Benson iniciou sua carreira ainda jovem, destacando-se como guitarrista virtuoso, profundamente influenciado pelo rock clássico, hard rock e heavy metal. Ao longo das décadas de 1970 e 1980, trabalhou como músico de estúdio, produtor e colaborador de diversos artistas italianos, sendo respeitado no meio musical por seu conhecimento técnico, ouvido apurado e experiência internacional.
📺 Figura midiática e controversa
Com o passar do tempo, Benson passou a se destacar também na televisão italiana, onde se tornou uma figura cult. Suas aparições eram marcadas por críticas duras, linguagem direta, sarcasmo ácido e um comportamento considerado provocador. Ele ficou famoso por comentar apresentações musicais com extrema franqueza, o que dividia opiniões: alguns o viam como um gênio incompreendido; outros, como uma figura exagerada e polêmica.
🧠 Personalidade e legado
Apesar das controvérsias, Richard Benson era reconhecido por sua inteligência musical, vasto conhecimento da história do rock e habilidade técnica na guitarra. Para muitos fãs, ele representava a essência rebelde do rock: anticomercial, irreverente e sem concessões.
Com o tempo, tornou-se um ícone underground na Itália, especialmente entre jovens e amantes do rock alternativo, sendo lembrado não apenas pela música, mas por sua autenticidade extrema.
🕊️ Últimos anos
Nos últimos anos de vida, Benson enfrentou sérios problemas de saúde, o que comoveu fãs e colegas músicos. Após sua morte, foi lembrado como uma figura única, impossível de ignorar — alguém que viveu o rock intensamente, até o fim.
👉 Em resumo: Richard Benson foi um músico talentoso, crítico feroz, personagem excêntrico e símbolo do espírito mais cru e verdadeiro do rock. Uma figura que ultrapassou a música e se transformou em mito cultural. 🎶🔥
FIM DO ALZHEIMER
sábado, 21 de fevereiro de 2026
O VIOLÃO E SEU CÉREBRO!
Quando ouvimos música, nosso cérebro entra em atividade intensa. Áreas ligadas à memória, emoção, criatividade e concentração são estimuladas ao mesmo tempo. Isso ajuda a reduzir o estresse, aliviar a ansiedade, melhorar o humor e até combater sintomas de depressão. Uma boa música pode acalmar o coração, organizar os pensamentos e trazer equilíbrio interior.
Já tocar um instrumento vai ainda mais longe. É um exercício completo para o cérebro: coordenação motora, disciplina, paciência e raciocínio trabalham juntos. Crianças, adultos e idosos se beneficiam igualmente. Em pessoas mais velhas, a música ajuda a preservar a memória, a atenção e a agilidade mental. Em jovens, melhora o foco, a autoestima e a capacidade de aprender.
Além disso, a música faz bem ao corpo. Ela influencia a respiração, o ritmo cardíaco e até a pressão arterial. Tocar, cantar ou simplesmente ouvir uma melodia prazerosa libera substâncias ligadas ao bem-estar, trazendo sensação de prazer e relaxamento.
Mas talvez o maior poder da música esteja no lado emocional e humano. A música consola, inspira, une pessoas, conta histórias e dá voz ao que muitas vezes não conseguimos expressar em palavras. Ela é companhia nos momentos difíceis e celebração nos momentos felizes.
Por isso, o conselho é simples e valioso: estude música. Não importa a idade, o estilo ou o nível de conhecimento. Comece ouvindo com mais atenção, explorando gêneros diferentes. Se puder, aprenda um instrumento, mesmo que seja aos poucos. Não busque perfeição — busque prazer, expressão e crescimento.
Cuidar da música em sua vida é também cuidar da sua saúde, da sua mente e do seu coração. A música educa, cura, fortalece e humaniza. É um caminho acessível, profundo e transformador.
STOL DE BADALO
José Vasconcelos e Jô Soares garganteando
Geraldo, um amigo muito engraçado, sempre que nos encontrávamos, a prosa tinha espaços para a senvergonhice.
Certa manhã sentados num banco na praia de Boa Viagem, em lance discreto, segredou-me:
– Meus divertimentos prediletos são andar aqui na praia, pela manhã, com a patroa, e ao chegar em casa, estando o filho na escola, aproveito para dar uma “pombada”.
Soltei aquele sorriso mal-amanhado, com sinais de quem “comeu e não gostou”. Ao final do papo, meio confuso, indaguei-lhe:
– Que diabo é dar uma “pombada”?
– Ora, Carlos Eduardo: é um ato sexual. O pênis é a pomba. O bate e volta é a pombada!!
Dos meus sonhos realizados, durante estes 90 anos, um deles foi residir num prédio alto. Eu achava bonito ver aquele arranha-céu. Hoje moro num 15º pavimento e torna-se oportuno falar sobre pequenos incômodos; ou seja, comentar sobre uma pombada, no real sentido vernacular.
E falarei também sobre o “Estol de Badalo”, conforme a apresentação teatral do humorista José Vasconcelos, durante um “Programa do Jô”, cujo link pode ser acessado clicando aqui, pois esta crônica, que está mesmo “cheia de graça”.
Certo dia, passava das 12h. quando estávamos nos preparando para almoçar. De repente, batidas fortes de asas dentro de casa. Era uma pomba desvairada, que voando em baixa altura, entrara pela varanda e chegara à sala. Era uma pomba-rola.
A pomba-rola
Rápido esquivei-me e a ave inclinou-se, dando um “rasante”. Depois subiu, tal qual um buscapé. Livrou-se da lâmpada do teto e continuou, sem “Plano-de-voo” definido. Logo deu o primeiro “Estol de Badalo”. Tudo muito rápido e apavorante.
A família ficou inquieta quando gritei: “Pomba à vista!” Pensavam que era uma das minhas brincadeiras. Mas na verdade era uma “penosa” sem destino! Havia passado à jato pela varanda, sem convite, e entrou.
Voava à velocidade da luz e sem controle, endoidando todos nós. Logo em seguida, “arremeteu” e aplicou um “Estol de Badalo”.
Face à aproximação da esposa e do meu filho – ambos com toalhas nas mãos – a pomba resolve dar o “lance de emergência”. Havia endoidado mesmo, quando a gritaria começou a ecoar pelas paredes da casa. O incômodo era real e apavorante.
Correram para pegá-la, mas, sem prática “bombeirística”, complicou-se a busca. Instantes depois, escorraçada, escondeu-se atrás da máquina de lavar e logo foi segurada por meu filho, que a segurou. Que vitória! Pensei eu, iludido.
O nosso herói, cheio de orgulho, exibindo a pomba presa num pano-de-prato, resolve tirar uma foto e foi para o quarto, ficou perto do espelho, a fim de preparar o “cenário”, enquanto chegava o celular e a “fotógrafa”, para postar o episódio na internet. Seria certamente: “A pombada do ano.”
Porém, diante do espelho, o rapaz soltou uma das mãos para ajeitar o cabelo e a ave escapou novamente, mergulhando pra baixo da cama. E tome vassouradas para espantá-la. Até que, por exaustão, talvez, a pobre pediu paz e se entregou.
Como alguns sabem, a pomba-rola pertence à família dos Columbiformes, que são centenas de penosos, tendo esta o bico curto, corpo robusto e cabeça pequena. São excelentes voadores. Originalmente faziam seus ninhos nos paredões situados no litoral, adaptando-se perfeitamente aos paredões dos edifícios urbanos.
Por aí, os amigos já entenderam uma das desvantagens em se morar em prédios altos. Penosas pensam que estão nas falésias e fazem alí suas moradas, seus helipontos.
Finalmente, o momento feliz. A “penosa” foi capturada novamente, tirou fotos com a família, e levada à varanda, levantou voo para a liberdade, saindo ilesa do marcante episódio.
Adaptando a narrativa do amigo Geraldo, podemos dizer: Aí foi mesmo uma pombada!…
No decorrer do “pega pra capar”, houve um momento em que ficamos tão apavorados que abrimos a porta da sala e saímos para o hall, a fim de deixar a intrusa voadora refazer seu ”Plano de voo” e vislumbrar uma opção de escape. Os residentes vizinhos se juntaram para nos ajudar. Mas nada poderiam fazer. Apenas se concentraram no hall.
Findo o drama, uma vizinha, com ares de “salvadora da pátria”, depois de ouvir o relato detalhado do drama, saiu-se com inesperada expressão.
Bem, aí, nova surpresa, pois eu tinha a certeza absolutíssima de que a distinta senhora, não sabia o que estava dizendo, quando improvisou uma graçola e sorrindo mandou ver, aplicando a palavrinha marota do amigo Geraldo:
– Meu Deus, que pombada; verdadeiro Estol de Badalo!
Para saber mais sobre o coronel Braga, clique AQUI
(By : Carlos Eduardo Santos)
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