quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

COMBUSTÍVEL SINTÉTICO (A GASOLINA FEITA DE AR!)

 

Parece magia, mas é pura tecnologia. Enquanto o mundo discute carros elétricos, uma empresa inovadora decidiu seguir um caminho diferente e revolucionário: criar gasolina sem usar uma única gota de petróleo. A mágica acontece ao capturar dióxido de carbono (CO2) diretamente do ar e combiná-lo com hidrogênio verde, produzido a partir da água. O resultado é um combustível sintético que funciona em qualquer carro a combustão convencional, mas com uma pegada de carbono neutra. Ou seja, você abastece seu carro atual, não precisa trocar o motor, e ainda ajuda a limpar a atmosfera.

Essa tecnologia, conhecida como e-fuel, pode ser a salvação para a frota mundial de veículos que ainda não são elétricos. Ela oferece uma transição mais suave e aproveita a infraestrutura de postos que já existe. Imagine dirigir seu carro a gasolina sem a culpa de estar poluindo o planeta, pois o CO2 emitido pelo escapamento é o mesmo que foi retirado do ar para produzir o combustível, fechando o ciclo. É a engenharia química dando uma resposta elegante e sustentável para a crise climática, provando que não existe apenas uma solução para o futuro da mobilidade. O petróleo, rei absoluto por um século, finalmente encontrou um rival à altura criado em laboratório.

THE MUSIC OF THE CENTURY VOL 02



01-NAT KING COLE - UNFORGETTABLE
02-PAUL ANKA - PIT YOUR HEAD ON MY SHOULDER
03-NEIL SEDAKA - OH CAROL
04-ROI ORBINSON - OH PRETTY WOMAN
05-JERRY LEE LEWIS - GREAT BALLS OF FIRE
06-CHARLES AZNAVOUR - QUE CÉST TRISTE VENICE
07-THE GLEEN MILLER ORCHESTRA - IN THE MOOD
08-THE CARPENTERS - ONLY YESTERDAY
09-DEL SHANNON - RUNAWAY
10-THE ISLEY BROTHERS - TWIST AND SHOUT
11-JUDY GARLAND - OVER THE RAINBOW 
12-B.J. THOMAS - RAINDROPS KEEP FALLING ON MY HEAD 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

20 TIMES REPEATED #09 ( KISS - PSYCHO CIRCUS)


Kiss foi uma banda de hard rock dos Estados Unidos, formada em Nova Iorque em 1973 por Paul Stanley e Gene Simmons. A banda passou por algumas mudanças de formações, sendo Stanley e Simmons os dois integrantes da formação original da banda a participarem de todas elas.Para saber mais, clique AQUI






JOE LETZ - BATERISTA DO TILL LINDEMANN


Joe Letz
Baterista
Aniversário: 26 de outubro de 1980 (45 anos)
Nova Iorque, Nova Iorque, EUAEstados Unidos
Joe Letz é um baterista e DJ americano que se apresenta ao vivo.

Joe também tocou bateria para Amen, Mortiis, a banda de horror punk Wednesday 13, Genitorturers, Hanzel und Gretyl e Imperative Reaction. Ele também remixou a música "Sinematic" para a banda americana de gothic metalcore Motionless in White.

Joe é o baterista da banda Emigrate nas gravações de vídeo . Até o momento, ele nunca gravou uma música em estúdio com eles.

Joe era o baterista ao vivo da banda de electro-industrial Combichrist , que acompanhou o Rammstein em 71 datas da turnê Liebe ist für alle da - praticamente todos os shows como atração principal na Europa e na América do Norte, de 2009 a 2011.

Ele também foi DJ de abertura da banda em sua turnê pelos EUA em 2012 e nos shows principais da turnê Made in Germany em 2013 , além de ter sido o DJ do aftershow nas duas apresentações de Ano Novo de 2019. Na turnê europeia de estádios de 2019 , Joe Letz foi o DJ do aftershow e também assistente pessoal de Richard Z. Kruspe.

Durante a turnê europeia de 2012 , ele foi convidado por telefone para ser o DJ de abertura da próxima etapa da turnê, usando músicas de bandas como Ministry, Nine Inch Nails e outras. Ele aceitou imediatamente, dada a importância da oportunidade e o fato de ter as mesmas opções de viagem e acomodação que a própria banda. Cerca de uma semana antes do primeiro show, ele foi informado de que só poderia usar músicas do Rammstein devido aos direitos autorais e taxas relacionadas, que, nesse caso, seriam menores do que quando se tocavam músicas de outros artistas. Considerando os remixes já existentes das músicas do Rammstein um tanto datados e inadequados para animar o público por 30 minutos, ele decidiu pedir a Richard as faixas separadas dos maiores sucessos da banda para criar remixes com um som mais atual, no estilo dubstep. Jacob Hellner acabou fornecendo as faixas, que ele encaminhou para artistas e produtores amigos. O resultado foram os seguintes remixes, que foram posteriormente lançados em seu nome por um período limitado pelos artistas que os criaram, através de suas respectivas contas no SoundCloud:

Sonne (Remix de Sebastian Komor)
Du hast (Vogel 2012 Remix) não usado por Joe Letz
Engel (Remix de Perfeição Estética)
Você tem (Remix Pull Out Kings)

O DISCO DE VINIL

 

1950 — O Disco de Vinil LP e a Revolução da Música Moderna

Em 1950, a RCA Victor iniciou a divulgação comercial do disco de vinil LP (Long Play), um marco tecnológico que transformou para sempre a indústria musical e a forma como o mundo consumia música. Diferente dos antigos discos de 78 rotações, que tinham pouco tempo de gravação e se desgastavam com facilidade, o LP trazia um material mais resistente, menos ruidoso e com capacidade para armazenar álbuns completos em cada lado do disco.
A inovação não mudou apenas a tecnologia: mudou o comportamento cultural. Pela primeira vez, artistas puderam pensar música em formato de obra — não apenas em faixas soltas. Surgiram os álbuns conceituais, a ideia de “lado A” e “lado B”, a cultura das capas ilustradas e o ritual de ouvir música de maneira imersiva, dentro de casa.
O LP também democratizou o acesso ao som de alta fidelidade, ampliou o mercado fonográfico e ajudou a consolidar movimentos culturais como o jazz moderno, o rock e a música popular internacional.
Mesmo com a era digital, o vinil voltou a crescer nas últimas décadas, reafirmando seu valor histórico, estético e afetivo. O Long Play não foi apenas um suporte físico — foi uma revolução cultural que atravessou gerações.

A ORIGINAL E A VERSÃO #13

A música é uma linguagem universal. Algumas canções atravessam décadas, oceanos e idiomas, ganhando novas interpretações, novos sentidos e novas emoções. Muitas delas nasceram em um país e foram recriadas no Brasil e em várias partes do mundo, provando que uma boa melodia não pertence a um só  povo, mas à humanidade inteira.


THE HOLLIES - BUS STOP - THE GOLDEN BOYS - PENSANDO NELA


The Hollies é uma banda britânica de rock and roll formada no princípio dos anos 1960. Foram contratados pela Parlophone em 1963 como colegas de selo dos Beatles, e lançaram seu primeiro álbum nos Estados Unidos em 1964 durante a primeira leva da Invasão Britânica.Quer saber mais sobre a banda The Holies?Então clique AQUI




Golden Boys é um grupo vocal do movimento Jovem Guarda no Brasil. Eles são, na origem, um quarteto doo-wop, formado por três irmãos: Roberto, Ronaldo, Renato Corrêa, e um amigo, Waldir da Anunciação, que os irmãos Corrêa conheceram na Escola Ferreira Viana.Quer saber mais sobre Os Golden Boys? Então clique AQUI


segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

OS MAIORES RISCOS PARA A HUMANIDADE - SEGUNDO ELON MUSK

 


Quando o homem mais rico do mundo fala sobre o futuro, o mundo para para ouvir. Em declarações recentes, Elon Musk listou o que considera os maiores riscos e desafios para a sobrevivência da humanidade. No topo da lista, como sempre, está a Inteligência Artificial. Musk alerta que uma IA superinteligente e descontrolada é uma ameaça existencial maior que armas nucleares, defendendo regulação urgente e o desenvolvimento de interfaces cérebro-máquina (como a Neuralink) para que humanos possam "competir" ou se fundir com a IA, em vez de serem superados por ela.

🤖🧠
Além da tecnologia, Musk aponta o colapso populacional (baixas taxas de natalidade) como um perigo silencioso que pode esvaziar a civilização, e defende a necessidade de tornar a humanidade multiplanetária (colonizando Marte) como um "seguro de vida" contra extinções em massa na Terra. Ele também citou avanços na genética (tecnologia CRISPR) como uma faca de dois gumes: capaz de curar doenças, mas também de criar "super-humanos" ou armas biológicas se não houver ética.
A visão de Musk é um misto de utopia tecnológica e paranoia existencial. Ele acredita que a tecnologia é a única salvação, mas também a maior ameaça se mal gerenciada. Concordando ou não com ele, seus investimentos (Tesla, SpaceX, Neuralink, xAI) mostram que ele está colocando dinheiro onde está sua boca, tentando moldar ativamente o destino da nossa espécie. O futuro, segundo Musk, é perigoso, mas excitante. 🚀🌍

domingo, 4 de janeiro de 2026

A ORIGINAL E A VERSÃO #12

A música é uma linguagem universal. Algumas canções atravessam décadas, oceanos e idiomas, ganhando novas interpretações, novos sentidos e novas emoções. Muitas delas nasceram em um país e foram recriadas no Brasil e em várias partes do mundo, provando que uma boa melodia não pertence a um só  povo, mas à humanidade inteira.

THE COASTERS - POISON IVY - OS GOLDEN BOYS - ERVA VENENOSA



The Coasters é um grupo vocal de rhythm and blues e rock and roll de grande sucesso durante a década de 1950. Começando com as canções "Searchin" e "Young blood", suas canções mais memoráveis foram escritas por Jerry Leiber e Mike Stoller. Quer saber mais sobre a banda The Coasters? Então, clique AQUI


Golden Boys é um grupo vocal do movimento Jovem Guarda no Brasil. Eles são, na origem, um quarteto doo-wop, formado por três irmãos: Roberto, Ronaldo, Renato Corrêa, e um amigo, Waldir da Anunciação, que os irmãos Corrêa conheceram na Escola Ferreira Viana.Quer saber mais sobre Os Golden Boys? Então clique AQUI

O FERRO E O CORPO HUMANO

 

O corpo humano contém, em média, 3 a 4 gramas de ferro. Pode parecer pouco, mas essa quantidade seria suficiente para forjar um pequeno prego de cerca de 7,5 cm. Ou seja, sim: você é literalmente um pouco “metálico”.

Esse ferro não está guardado em forma sólida. Ele circula principalmente no sangue, dentro da hemoglobina, a proteína responsável por transportar oxigênio para todas as células do corpo. Sem ferro, simplesmente não haveria respiração celular nem energia para manter você vivo.
Além do sangue, o ferro também está presente nos músculos e no fígado, onde fica armazenado para emergências. O organismo controla esse mineral com extremo cuidado, porque tanto a falta quanto o excesso podem causar problemas sérios.

SONGBOOKS DIVERSOS


"Book music" (ou música de livro), são songbooks (livros com partituras/cifras), textos sobre teoria musical, a um estilo musical específico (como a banda "The Books") ou a coleções (como "The Real Book" para jazz), sendo um termo amplo para materiais impressos ou digitais relacionados à música, desde partituras a obras teóricas e de estudo. 
Principais significados de "Book Music":
  1. Songbooks (Livros de Músicas):
    • O que são: Livros que contêm letras, melodias, tablaturas e/ou cifras de músicas de um artista, banda ou gênero musical, para músicos tocarem.
    • Exemplos: Os songbooks de Almir Chediak no Brasil (como os de Milton Nascimento) ou livros de bandas como The Beatles.
  2. The Real Book (Jazz):
    • O que é: Uma famosa compilação (inicialmente "ilegal", depois oficializada) de standards de jazz em formato de lead sheet (melodia e acordes), essencial para músicos de jazz.
  3. Livros de Teoria e Estudo Musical:
    • O que são: Publicações que ensinam escalas, acordes, harmonia, ritmo e outros conceitos musicais, como os da editora Vitta Books & Music ou materiais para escolas.
  4. "Música de Livro" como Gênero (The Books):
    • O que é: Um estilo musical experimental da banda americana The Books, que usa colagens sonoras, amostras de fitas cassete e instrumentos acústicos (violão, banjo) para criar um som único, descrito como "nova folk music" ou "música de colagem".
  5. Sambabook (Brasil):
    • O que é: Um projeto que homenageia grandes nomes do samba (como João Nogueira e Beth Carvalho), reunindo artistas para regravar seus sucessos, com arranjos originais e músicos de apoio. 
Em resumo, "book music" é um termo abrangente para coleções de material musical em formato de livro, seja para estudo, performance ou homenagem.
****VOCÊ PODE FAZER O DOWNLOAD DE TODOS OS SONGBOOKS ABAIXO (EM PDF), PARA ISSO, É SÓ CLICAR NOS LINKS.*** - BOM ESTUDO!



All_Jazz_Real_Book_C.pdf13-Dec-2020 21:3328M 

Amephkahckhx_Jazz_Standards.pdf13-Dec-2020 21:323.8M 

Baudoin_A-C.pdf22-Jan-2016 18:146.5M 

Baudoin_A-Z.pdf13-Dec-2020 21:35117M 

Baudoin_D-H.pdf22-Jan-2016 18:144.4M 

Baudoin_I-M.pdf22-Jan-2016 18:146.8M 

Baudoin_N-S.pdf22-Jan-2016 18:146.8M 

Baudoin_S-Z.pdf22-Jan-2016 18:145.5M 

Baudoin_index.pdf22-Jan-2016 18:14167K 

Baudoin_melodies.pdf22-Jan-2016 18:1452M 

Beatles_1962_1974.pdf18-Jan-2018 23:5413M 

Beatles_Complete_Book.pdf15-Jul-2014 20:301.8M 

Bill_Evans_70s.pdf13-Dec-2020 21:391.6M 

Bill_Evans_Fake_Book.pdf13-Dec-2020 21:3913M 

Book_The.pdf22-Jan-2016 18:0045M 

Brazilian_Book.pdf15-Jul-2014 20:302.5M 

Broadway_Fake_Book.pdf15-Jul-2014 20:3159M 

Carols_for_a_Merry_TubaChristmas.pdf15-Dec-2024 21:1444M 

Charles_Anderson_Book/13-Dec-2020 23:16- 

Christmas_Songbook.pdf15-Jul-2014 20:2927M 

Chuck_Berry.pdf15-Jul-2014 20:293.8M 

Colorado_Book.pdf22-Jan-2016 18:1326M 

Country_Book.pdf15-Jul-2014 20:292.7M 

Creole_Jazz_Band_Bb_treble_v1.pdf13-Dec-2020 22:206.1M 

Creole_Jazz_Band_Bb_treble_v2.pdf13-Dec-2020 22:201.8M 

Creole_Jazz_Band_Bb_treble_v22.pdf13-Dec-2020 22:201.9M 

Creole_Jazz_Band_C_treble_v1.pdf13-Dec-2020 22:206.1M 

Creole_Jazz_Band_C_treble_v22.pdf13-Dec-2020 22:201.9M 

Creole_Jazz_Band_Eb_treble_v1.pdf13-Dec-2020 22:216.3M 

Creole_Jazz_Band_Eb_treble_v22.pdf13-Dec-2020 22:212.0M 

Creole_Jazz_Band_F_treble_v22.pdf13-Dec-2020 22:212.0M 

Creole_Jazz_Band_bass_v1.pdf13-Dec-2020 22:206.0M 

Creole_Jazz_Band_bass_v2.pdf13-Dec-2020 22:201.9M 

Creole_Jazz_Band_bass_v22.pdf13-Dec-2020 22:202.0M 

Creole_Jazz_Band_tuba_v1.pdf13-Dec-2020 22:216.0M 

Cuban_Fake_Book.pdf13-Dec-2020 21:4275M 

Django_Fakebook_2008.pdf13-Dec-2020 21:404.2M 

Edith_Piaf_livre_dor.pdf13-Dec-2020 21:419.1M 

Evans_Book.pdf22-Jan-2016 18:1213M 

Firehouse_Jazz_Band_complete.pdf22-Jan-2016 18:12102M 

Gospel_Bock.pdf15-Jul-2014 20:2914M 

Gospel_Book_Hal_Leonard.pdf15-Jul-2014 20:2918M 

Hal_Leonard_Real_Book.pdf13-Dec-2020 21:4443M 

Hal_Leonard_Real_Book_Eb.pdf13-Dec-2020 21:47148M 

Heavy_Metal_Ballads.pdf15-Jul-2014 20:296.6M 

Hendrix_Book.pdf15-Jul-2014 20:2922M 

Jazz_Fake_Book.pdf22-Jan-2016 18:1038M 

Jazz_Ltd.pdf22-Jan-2016 18:0943M 

Jobim_for_Guitar.pdf15-Jul-2014 20:292.3M 

John_Philip_Sousa/13-Dec-2020 22:39- 

John_Williams_Anthology.pdf15-Jul-2014 20:2965M 

Legit_Pro_Fake_Book.pdf13-Dec-2020 21:4528M 

Library_of_Jazz.pdf22-Jan-2016 18:0826M 

Master_Index.pdf22-Jan-2016 18:14106K 

Metallica_Book.pdf15-Jul-2014 20:3010M 

Metheny_Book.pdf15-Jul-2014 20:3015M 

Mingus_Book.pdf15-Jul-2014 20:30196K 

Monk_Book.pdf15-Jul-2014 20:313.7M 

New_Real_Book_1.pdf22-Jan-2016 18:0895M 

New_Real_Book_1_Bb.pdf13-Dec-2020 21:4616M 

New_Real_Book_1_Eb.pdf13-Dec-2020 21:4612M 

New_Real_Book_2.pdf22-Jan-2016 18:0698M 

New_Real_Book_2_Bb.pdf13-Dec-2020 21:4715M 

New_Real_Book_2_C_Vocal.pdf13-Dec-2020 21:4937M 

New_Real_Book_2_Eb.pdf13-Dec-2020 21:4915M 

New_Real_Book_3.pdf22-Jan-2016 18:04110M 

New_Real_Book_3_Bb.pdf13-Dec-2020 21:5115M 

New_Real_Book_3_C_Vocal.pdf13-Dec-2020 21:5219M 

New_Real_Book_3_Eb.pdf13-Dec-2020 21:5217M 

New_Real_Book_Index_1_2_3.pdf13-Dec-2020 21:531.8M 

Other_Book_2.pdf13-Dec-2020 21:5423M 

Other_Book_3.pdf13-Dec-2020 21:5523M 

Pat_Metheny_Song_Book.pdf13-Dec-2020 21:5623M 

Pop_Rock_Ultimate_Fake_Book.pdf13-Dec-2020 21:5732M 

Queen_Book.pdf15-Jul-2014 20:306.2M 

Real_Book_1.pdf22-Jan-2016 18:0250M 

Real_Book_1_1980.pdf13-Dec-2020 21:5946M 

Real_Book_1_Bb.pdf13-Dec-2020 22:0058M 

Real_Book_1_Eb.pdf13-Dec-2020 22:0025M 

Real_Book_1_bass.pdf13-Dec-2020 21:5827M 

Real_Book_2.pdf22-Jan-2016 18:0145M 

Real_Book_2_Bb.pdf13-Dec-2020 22:0459M 

Real_Book_2_Eb.pdf13-Dec-2020 22:0450M 

Real_Book_2_bass.pdf13-Dec-2020 22:0125M 

Real_Book_3.pdf22-Jan-2016 18:0130M 

Real_Book_3_.pdf13-Dec-2020 22:0730M 

Real_Book_3_Bb.pdf13-Dec-2020 22:0633M 

Real_Book_5.pdf13-Dec-2020 22:1050M 

Real_Book_5_Bb.pdf13-Dec-2020 22:1076M 

Real_Book_5_Eb.pdf13-Dec-2020 22:0825M 

Real_Book_5_bass.pdf13-Dec-2020 22:0727M 

Real_Book_6_Eb.pdf13-Dec-2020 22:1014M 

Real_Book_Index.pdf13-Dec-2020 22:101.1M 

Real_Book_Of_Blues.pdf18-Jan-2018 23:5429M 

Real_Book_ Of_Classical.pdf09-Jan-2012 03:0821M 

Real_Little_Classical_Fake_Book.pdf22-Jan-2016 17:5921M 

Real_Vocal_Book.pdf13-Dec-2020 21:3727M 

Rock_80s.pdf15-Jul-2014 20:3077M 

Rock_Ultimate_Book.pdf18-Jan-2018 23:5932M 

Spaces_Jazz_1.pdf13-Dec-2020 21:377.4M 

Spaces_Jazz_2.pdf13-Dec-2020 21:3711M 

Spaces_Jazz_3.pdf13-Dec-2020 21:3812M 

Standards_557.pdf13-Dec-2020 21:3937M 

Ukulele Chord Melody Songbook.pdf13-Dec-2020 21:3911M 

Wizard_of_Oz.pdf13-Dec-2020 21:3813M 


Cordel Declamado - Bibliotecário

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

MÚSICA E MENTE!



 Escutar música com frequência pode gerar impactos positivos tanto no corpo quanto na mente. Estudos indicam que esse hábito ajuda a reduzir o estresse, melhora o humor e pode até influenciar positivamente alguns indicadores do sistema imunológico. Há também evidências de que a música favorece o desempenho cognitivo, auxiliando na atenção e na memória, especialmente entre pessoas mais velhas.

Além disso, a música é uma forte aliada do bem-estar emocional, contribuindo para a diminuição de sintomas de ansiedade e para a melhora do estado emocional geral. Embora não exista uma quantidade ideal de músicas a ser ouvida diariamente, cultivar o costume de ouvir sons que proporcionem prazer e relaxamento se mostra uma maneira simples, acessível e agradável de cuidar da saúde mental e emocional.

Ouvir música todos os dias não é apenas um prazer: pode ser um escudo para o cérebro. Um estudo da Universidade de Monash (Austrália) acompanhou mais de 10.000 pessoas durante uma década e descobriu que aqueles que incorporavam a música de forma habitual tinham até 39% menos risco de desenvolver demência.
Qual é a razão? A música é um dos poucos estímulos que ativa várias áreas do cérebro ao mesmo tempo: memória, linguagem, atenção, emoções e coordenação. Além disso, melodias com carga emocional ajudam a evocar lembranças, reduzir a ansiedade e diminuir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse.
Não se trata de talento nem de tocar um instrumento: ouvir, cantar ou simplesmente deixar uma música tocar já ativa esses mecanismos protetores.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

THE MUSIC OF THE CENTURY VOL 01


01-DIRE STRAITS - WALK OF LIFE
02-ELTON JOHN - SACRIFICE
03-BEE GEES - HOW DEEP IS YOU YOUR LOVE
04-ELLA FITSGERALD & LOUIS ARMSTRONG
05-FRANK SINATRA - I´VE GOT YOU UNDER MY SKIN
06-STEVIE WONDER - YOU ARE THE SUNSHINE OF MY LIFE
07-LIONEL RITCHIE - ALL NIGHT LONG (ALL NIGHT)
08-RIGNTEOUS BROTHERS - UNCHAINED MELODY
09-CHRIS DE BURGH - THE LADY IN RED
10-ERIC CLAPTON - WONDERFUL TONIGHT
11-ROD STEWART - MAGGIE MAY
12-JOHN LENNON & ELTON JOHN - I SAW HER STANDING THERE

A JOVEM GUARDA

 Créditos : Cifra Antiga


Num sentido estrito, a expressão "Jovem Guarda" designou um programa da TV Record, de São Paulo SP, estreado em setembro de 1965 e findo em 1969, comandado por Roberto CarlosErasmo Carlos e Wanderléia; mas tem sido comumente empregada para definir gênero musical também conhecido como iê-iê-iê, seja, a versão brasileira do rock internacional.


A Jovem Guarda foi, entretanto, cristalização de uma tendência bem anterior: a informação do rock’n’roll norte-americano da década de 1950 já criara no Brasil um mercado de consumidores e aficionados, permitindo que, desde 1957, os primeiros cantores e compositores brasileiros do gênero tentassem reproduzir o ritmo com letras em português ou cantando no original.

Entre os maiores expoentes desse período estavam os irmãos Tony e Celly CampelloSérgio Murilo, Ed Wilson e, em fase pouco posterior, Ronnie Cord e os grupos The JordansThe Jet Blacks e The Clevers. O trio central — Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderleia entrou em cena justamente quando começava a se acentuar a queda de popularidade dos primeiros artistas brasileiros do rock’n’roll.

Em 1961, Celly Campelo decidiu afastar-se da vida artística, enquanto as atenções se voltavam para a bossa nova e, nos meios de comunicação, sobreviviam poucos espaços: o programa Hoje é Dia de Rock, de Jair de Taumaturgo, na Rádio Mayrink Veiga carioca; o Clube do Rock, de Carlos Imperial, na TV-Rio, e Crush em Hi-Fi, na TV Record, de São Paulo.

Em discos, os sucessos rareavam: Marcianita, com Sérgio Murilo, Diana, com Carlos Gonzaga. Roberto Carlos optou, então, por algum tempo, pela bossa nova, mas Erasmo Carlos e Wanderléia decidiram insistir, tentando divulgar um tipo de música que, nessa época, já tinha muito de bolero e samba-canção, misturado ao ritmo do rock’n’roll. No Rio de Janeiro RJ, Ed Wilson, Cleide Alves, Renato e seus Blue Caps também esperavam sua oportunidade.

Foi o repentino sucesso de um compositor e intérprete radicado em São Paulo que abriu a brecha para o que seria a Jovem Guarda: em 1963, Ronnie Cord conseguiu bons índices de venda e popularidade com o rock Rua Augusta (de Hervé Cordovil), chamando a atenção do público e dos homens de media para as figuras de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, principalmente, autores de Parei na contramão. Em seguida, É proibido fumar e Festa de arromba (da mesma dupla) confirmaram a existência do mercado.

Foi dessa música — onde os dois celebram textualmente seus companheiros de vida artística e preferência musical — que surgiu a idéia de um programa de televisão, concretizado pela TV Record paulista, na época grande investidora em música popular. Inicialmente o programa deveria chamar-se Festa de Arromba e ocuparia uma hora ociosa, a tarde de domingo, vaga desde a proibição de transmissão dos jogos de futebol. Com o nome definitivo de Jovem Guarda, o programa foi ao ar pela primeira vez em setembro de 1965, reunindo Roberto Carlos, Erasmo Carlos e Wanderléia, os cantores Eduardo Araújo, Sérgio Murilo, Agnaldo Rayol, Reynaldo Rayol, Martinha, Cleide Alves, Meyre Pavão, Rosemary e os grupos The Jordans, The Jet Blacks, Renato e seus Blue Caps, Os Incríveis e Golden Boys.

Rapidamente, a Jovem Guarda tornou-se uma das grandes atrações da emissora, reunindo grandes plateias de adolescentes no Teatro Record, mas foi a partir de 1966, com o grande sucesso de Roberto Carlos e Erasmo Carlos Quero que vá tudo para o inferno, que o programa tomou proporções nacionais e passou a ser sinônimo de movimento ou tendência musical.

Outros artistas se juntaram ao grupo inicial: Ronnie VonVanusa, De Kalafe, Deny e DinoLeno e LílianAntônio MarcosOs Vips, Os Brasões, The Pops, entre outros. Seguindo o exemplo da Apple, promotora dos Beatles, a agência de publicidade Magaldi, Maia & Prosperi passou a coordenar industrialmente a imagem do trio central da Jovem Guarda, criando as marcas Calhambeque, Tremendão e Ternurinha para uma série de produtos que ia de bonecas a calças e blusas.

Vários compositores de outras áreas começaram então a se interessar pelos ritmos da Jovem Guarda, como Jorge Ben, que passou a freqüentar o programa, e os baianos Gilberto Gil e Caetano Veloso, que, aconselhados pela cantora Maria Bethânia, incorporaram ao seu trabalho elementos do iê-iê-iê, como as guitarras que acompanhavam Domingo no parque e Alegria, alegria, no III FMPB, da TV Record, em 1967.

Segundo Erasmo Carlos, foi justamente a Tropicália — movimento que Gil e Caetano fundaram nesse período — uma das principais causas do esvaziamento da Jovem Guarda. “A Tropicália — diz ele — era uma Jovem Guarda com consciência das coisas, e nos deixou num branco total”.

Mas, antes de se extinguir totalmente no início de 1969, diluída pela superexposição ao consumo, pelo cansaço e esgotamento criativo de seus participantes e pelos prejuízos que levaram Magaldi, Maia & Prosperi a desistir dos esquemas comerciais, a Jovem Guarda deixou sua contribuição, alimentando vários programas semelhantes na televisão, como a Festa do Bolinha, de Jair de Taumaturgo, na TV-Rio carioca, e publicações especializadas, como a revista Reis do iê-iê-iê, sucessora do que a Revista do rock tinha sido para o rock’n’roll brasileiro na década de 1950.

Além de projetar nacionalmente alguns de seus ídolos, o movimento foi em grande parte responsável pela posterior assimilação de instrumentos eletrônicos na música brasileira de todas as tendências e pela fusão de informações estrangeiras e dados nacionais que caracterizou a produção musical na década de 1970.

No início da década seguinte, Leo Jaime, os Titãs, a Blitz e outros intérpretes e grupos roqueiros retomaram a musicalidade simples e direta da Jovem Guarda, constituindo a Nova Jovem Guarda.

Em 1995, remanescentes da Jovem Guarda se reuniram para comemorar os 30 anos do movimento, gravando uma caixa de cinco CDs para a Polygram, onde recriam os antigos sucessos, e fazendo uma serie de shows com com êxito nacional: Wanderléia, Erasmo Carlos, Ronnie Von, Bobby de Carlo, Os Vips, Os Incriveis, Martinha, Leno e Lílian, Golden Boys e outros.

Ainda em 1995, a Paradoxx lançou dois CDs com vários artistas da Jovem Guarda, mas gravados ao vivo, nos shows comemorativos; e, no ano seguinte, a revista Caras colocou no mercado uma coleção de seis CDs e fascículos, contando a historia da Jovem Guarda e com remasterizações das gravações originais. 
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