A música é uma linguagem universal. Algumas canções atravessam décadas, oceanos e idiomas, ganhando novas interpretações, novos sentidos e novas emoções. Muitas delas nasceram em um país e foram recriadas no Brasil e em várias partes do mundo, provando que uma boa melodia não pertence a um só povo, mas à humanidade inteira.
Joe Esposito - Lady Lady Lady - Almir Bezerra - Lady Lady Lady
Joe "Bean" Esposito é um cantor e compositor estadunidense que fez sucesso na década de 1980. Que saber mais sobre o Joe Esposito, então clique AQUI
Em 1964 foi um dos criadores do conjunto The Fevers, que alcançou grandes sucessos no movimento Jovem Guarda. Em 1969 teve sua primeira composição gravada pelos Fevers, “Ela”. No ano seguinte foi a vez de “Esse mundo louco” e “Você morreu pra mim”, parceria com Miguel e Rossini Pinto. Entre outras músicas de sua autoria gravadas pelo conjunto The Fevers estão “O amor é a razão”, “O tempo vai passar” e “Não quero te perder”. Em 1982 lançou seu primeiro disco solo, “Ainda existe amor”, com entre outras, “Enquanto eu viver” e “Uma carta”, parcerias copm Rossini Pinto e “Anjo da noite”, de Paulo Massadas, Michael Sullivan e Rossini Pinto. Em 1983 lançou o LP “Bate forte no peito”, com duas parcerias com Rossini Pinto, “Só o seu cafuné” e “A saudade que ficou”, além de “Velejar”, de Fernando Augusto e Antônio Damasceno, entre outras. Em 1986 lançou o LP “Ritmos do coração” no qual interpretou diversos clássicos da música romântica brasileira, entre as quais, “Apelo”, de Baden Powell e Vinícius de Moraes, “A noite do meu bem”, de Dolores Duran, “Vingança”, de Lupicínio Rodrigues e “Fracasso”, de Mário Lago. No ano seguinte gravou “Ritmo do coração volume II”, cantando “Ouça”, de Maysa, “Marina”, de Dorival Caymmi e “Balada triste”, de Esdras Silva e Dalton Vogeler, entre outras. Em 1988 lançou “Ritmo do coração volume III”, “Nossos momentos”, de Luiz Reis e Haroldo Barbosa, “Atiraste uma pedra”, de Herivelto Martins e David Nasser e “Deixei de te amar”, de sua autoria e Pedrinho, entre outras. Em 1995 participou com o conjunto The Fevers das comemorações dos 30 anos da Jovem Guarda.(Fonte : dicionário mpb)
A pirogravura (ou pirographia) é uma técnica artística que consiste em desenhar, escrever ou decorar superfícies queimando o material com calor controlado.
O nome vem do grego:
“pyro” = fogo
“graphos” = escrita
Ou seja, literalmente significa “escrita com fogo”
Como funciona a pirografia?
O artista utiliza um aparelho chamado pirógrafo, que é parecido com um ferro de solda. Ele aquece uma ponta metálica que, ao encostar no material, queima levemente a superfície, criando traços, sombras e texturas.
Materiais mais usados
A pirografia pode ser feita em vários materiais, principalmente:
Madeira (o mais comum)
Couro
Cortiça
Papel especial
O que dá para fazer?
Com essa técnica, é possível criar:
Desenhos artísticos
Retratos
Letras decorativas
Placas e quadros
Artesanato personalizado (caixas, tábuas, etc.)
Características da pirografia
Os desenhos ficam em tons queimados (marrom, sépia)
Permite efeitos de sombra e profundidade
Cada peça é única (feito à mão)
Muito usada em artesanato e arte decorativa
Curiosidade
A pirografia é uma técnica muito antiga, usada desde civilizações antigas para decorar objetos, antes mesmo da eletricidade — naquela época, o calor vinha de brasas ou metais aquecidos no fogo.
Um estudo publicado no jornal International Journal of Geriatric Psychiatry, investigou a relação entre atividades musicais e o risco de demência em idosos.
A pesquisa analisou dados de mais de 10.800 adultos com 70 anos ou mais e descobriu que aqueles que escutavam música com frequência apresentavam cerca de 39% menor risco de desenvolver demência e 17% menor risco de comprometimento cognitivo.
Além disso, tocar um instrumento musical também mostrou benefícios, sendo associado a uma redução de cerca de 35% no risco de demência. Os pesquisadores sugerem que atividades musicais podem estimular diversas áreas do cérebro, contribuindo para a manutenção da memória e das funções cognitivas durante o envelhecimento.
Os resultados indicam que a música pode ser uma estratégia simples e acessível para promover a saúde cerebral e possivelmente ajudar a retardar o aparecimento da demência, embora o estudo mostre associação e não prove causalidade direta